domingo, agosto 31, 2014

Retrômobilismo#39: Levei famílias por mais de 20 anos! Você me conhece, sou a Ford Belina!


A data era Março de 1970. O primeiro lançamento dos anos 70 era a perua Belina, derivada do sucesso Corcel. Assim como o irmão também foi sucesso de vendas! Em seu primeiro ano de mercado vendeu mais de 7.400 unidades que se caracterizava pelo seu desempenho fraco e por ser silenciosa, de boa suspensão e muito econômica. O motor era o mesmo do Corcel, o 1.4 que rendia 68cv (brutos) de potência, números que não eram suficiente ao peso da Belina e carregada então não era nada veloz, mas o consumidor da época não ligava para potência, onde os números eram maiores que a sua única rival até então, a Volkswagen Variant que você viu ontem no Retrômobilismo. A foto principal do post é da versão especial que a Ford lançou em 1972, onde as laterais e traseira ganhavam adesivos que imitavam madeira jacarandá, além de pneus com faixa branca com típico desenho americano.


A Belina foi sempre um carro confiável e durável que assim como o Corcel ajudou e muito na sua imagem como produto. Tanto, que ainda em 1972 a fábrica da Ford atingia a histórica marca de 1.000.000 de veículos fabricados no país e a linha Corcel era a grande contribuinte para isso, com a gama mais completa de versões de carroceria do País. Em 1973 a Ford dava um bom tapa no visual da linha Corcel, onde a Belina ganhava nova frente totalmente renovada, mas lateral e traseira quase não mudava. No mesmo ano a Ford colocava o motor 1.4 do Corcel GT XP que passava a render 85cv brutos de potência, que não melhorava muito, mas já ajudava no desempenho da Belina. Já em 1975 a Belina ganhava algumas mudanças no interior, bem como uma leve mudança na grade dianteira que passava a ser interligada aos faróis bem como as lanternas que agora eram divididas pela abertura do porta-malas e ficavam um pouco maior.


Mas era em 1978, um ano depois do Corcel, que chegava ao Brasil a Belina II que mudava por completo. As linhas mais retas faziam alusão ao que tinha de mais atual na época que ficava maior nessa geração, bem como as portas que eram enormes e pesadas, tanto para o Corcel como para a Belina, o que era mais reclamado pelos donos, algo que perduraria até o fim de sua produção. Eram tão compridas que o cinzeiro para os passageiros do banco traseiro alojava-se nelas! Na nova geração permanecia o motor 1.4 que passava a render 89cv de potência e 10kgfm de torque, motor que não tinha como meta principal o motor, mas estava voltado para a economia. Chegava a velocidade máxima de 135km/h e ia de 0 à 100km/h em 23 segundos. No ano seguinte chegava a opção 1.6 que rendia 90cv de potência e torque de 11kgfm de força, acoplado a um câmbio manual de 5 velocidades, novidade presente apenas no Alfa Romeo 2300 na época. Com esse motor a Belina e o Corcel iam de 0 à 100km/h em 17 segundos com velocidade máxima de 145km/h.


Em 1980 chegava ao mercado a opção 1.6 movida a álcool, muito elogiado na época graças a sua facilidade em partidas a frio e tinha motor mais suave que os rivais da época. Ainda novidade, a nova geração da Belina tinha maior espaço interno que sua antecessora e também era mais bonita e moderna do segmento. O vidro lateral traseiro era enorme e por isso tinha ótima visibilidade e dependendo da versão, o vidro poderia ser subdividido, havendo um vidro menor e basculante. Em 1981 a Belina ganhava boas mudanças como o novos para-choques, novos bancos com encostos, novo painel de instrumentos e suspensão retrabalhada com componentes emprestados do recém-lançado Del Rey, que aumentavam o conforto na station. Já em 1983 era lançada a Belina Scala, derivada do Del Rëy tinha a mesma frente do sedan, que convivia com dois designs diferentes, um com frente do Corcel e outra com a do Del Rëy. A Scala ficou conhecida como Belina Del Rëy e na traseira tinha visual diferente, como as lanternas que voltavam a invadir a tampa do porta-malas, diferenciando da Belina derivada do Corcel.


Já em 1985 a Belina ganhava mais algumas mudanças visuais, dessa vez ficando com a mesma frente do Corcel com novos faróis, frente mais inclinada, nova grade dianteira horizontal e painel de instrumentos, o mesmo do Del Rëy mais básico. Também ganhava a opção 4x4, que o fazia única no segmento com a tração, bem como a picape Pampa, mas esse sistema apresentou problemas como o óleo que caía sobre as rodas segundo o teste de Longa Duração da Quatro Rodas da época, o que acabou afetando a durabilidade e a confiança nessa versão, que saiu de cena em 1987. Falando em 1987, com a saída de cena do Corcel em 1986, os derivados do cavalinho da Ford como a Belina e a Pampa passaram a ser derivados do Del Rëy. Assim a Scala saía de cena, já que a Belina passava a ser derivado do Del Rëy. Já em 1989 a Belina passava a ter o mesmo motor 1.8 AP da Volkswagen, fruto da parceria com a Volkswagen (Autolatina)


O 1.8 tinha comando de válvulas no cabeçote, o mesmo que equipava todos os tração-dianteira da linha VW. Esse motor era muito bom para a Belina mas era tarde demais. A Belina saía de linha dois anos depois, em 1991 dando espaço ao projeto bem mais moderno, a Royale, derivada do Versailles, mas que nem de longe teve o mesmo sucesso da Belina. Nas vendas a Belina se deu muito bem. A Belina somou 419.757, em seus 21 anos de mercado. Sua imagem no mercado era de um carro íntegro, confiável e duráveis desde 1970 até 1991, com mais de duas décadas de mercado nacional.


Vídeos Automotivos: Release de Ford Ka e Ka+, os novos compactos da Ford!


Fonte: Canal Mecânica Online

Vídeos Automotivos: Release sobre o design dos Fords Ka e Ka+!


Fonte: Canal Mecânica Online

Vídeos Automotivos: Como funcionará o marketing dos novos Ford Ka e Ka+!


Fonte: Canal Mecânica Online

Vídeos Automotivos: Test Drive no novo MINI Cooper S TOP!


Fonte: Canal Top Speed

sábado, agosto 30, 2014

Você está certa disso Kia? Marca coreana lança a nova geração do Soul por R$88.900!


A nova geração do Kia Soul finalmente chega ao Brasil. Depois de um jogo de empurra-empurra desde Janeiro de 2014, logo depois foi previsto para Maio, depois Junho e depois Agosto, este que finalmente se concretiza. A nova geração do Soul (apesar de não ter mudado no visual, o Soul é outro carro) chega ao mercado nacional com outra missão. Depois de ser um dos carros chefes da Kia quando chegou ao Brasil em 2009, a atual missão do Soul é ser um carro premium (é o que pensa a Kia), com bons itens de série e padrão de acabamento melhores. Prova disso é que a minivan chega ao Brasil com duas versões topo de linha, sendo a mais completa adiciona apenas alguns itens a mais que a primeira.


A nova geração do Soul em termos de design possui melhorias, com inspiração no conceito Track'ster e dele vieram as novidades como para-choque com entrada de ar trapezoidal com detalhes na cor do veículo, luzes de neblina arredondadas na traseira, entre outros. Há ainda faróis mais longos, brake light em LED (bem como as lanternas) e o logo da marca nas laterais. Segundo Peter Schreyer, presidente da Kia mundial e "pai" do Soul, disse que “No caso do novo Soul foi possível não só melhorá-lo como também conseguimos agregar mais valores a ponto de posicioná-lo em patamar ainda mais Premium em sua categoria”, observou o presidente. Mas muitas pessoas são "contra" esse pensamento, principalmente porque o preço do Soul subiu mais R$20.000!


Entre os itens de série, o Soul conta com:
Soul 1.6 16v EX: ar-condicionado digital com ionizador, banco do motorista com regulagem altura, partida do motor e abertura das portas sem chave, volante com regulagem de altura e profundidade, faróis de neblina com lentes de policarbonato, porta-luvas climatizado com iluminação e apertura amortecida, porta-copos e porta-objetos no console central, sistema de imobilizador de ignição, trio elétrico, luz interna com temporizador e feito “fade out”, iluminação do porta-malas em LED, sistema de som com tela TFT LCD de 4,3", sistema My Music com espaço para armazenamento de músicas, entrada auxiliar para iPod/USB, 4 alto-falantes e 2 tweeters, volante multifuncional e revestido em couro, espelhos retrovisores com aquecimento, alavanca de câmbio em couro, Bluetooth, rodas de liga-leve de 18" entre outros.


Soul 1.6 16v EX Top: Além dos mesmos itens de série o EX, a EX TOP conta com teto solar panorâmico e luzes internas em LEDs.

Bom, recheado de itens de série ele é, possui bons itens, mas por esse preço peca por não trazer ESP e de tração, sensor de chuva e de luminosidade e aletas atrás do volante para trocas manuais de marcha, por exemplo, não são ofertados nem como opcional, fazendo o mesmo erro do Toyota Corolla Altis que não oferece ESP, por carros que custam quase R$100.000 é um absurdo. Nas dimensões, o Soul evoluiu. Agora ele mede 4,14 metros de comprimento, 1.62 metros de altura (com rack, ou 1.61 metros sem rack), 1.80 metros de largura e 2.57 metros de entre-eixos. O porta-malas também cresceu e agora comporta bons 686 litros, incluindo o espaço da caixa da porta-objetos do assoalho do porta-malas.


O motor do Soul é que não melhorou. Se o mesmo manco 1.6 16v Flex que rende 128/122cv de potência com torque de 16,5/16kgfm de força, disponíveis a 4.500rpm. O câmbio é automático de 6 velocidades com opção de trocas sequenciais. Sobre o preço alto, o presidente da Kia no Brasil, Luiz Gandini afirma que “Se fossemos trazer a versão mais básica, com bancos de tecido e rodas de 16”, esse carro custaria mais de R$ 70.000. Nessa faixa de preço o comprador não quer mais um carro básico, por isso optamos por trazer apenas as configurações mais completas do novo Soul”, justifica o presidente da Kia Motors do Brasil. Segundo a Kia, a meta é vender entre 400 à 600 unidades até o final de 2014. Apesar de ter um pacote de itens mais premium, o preço de R$88.900 é muito alto e com esses preços o consumidor já quer de fato, partir para uma marca mais premium que a Kia.


Preços

  • Kia Soul 1.6 16v Flex EX: R$88.900
  • Kia Soul 1.6 16v Flex EX TOP: R$92.900



Retrômobilismo#38: Não varie, ela tem muito espaço! Variant era a opção da Volks antes da Brasília!


Quando a Volkswagen comprou a DKW e acabou com sua produção no Brasil, muitos consumidores ficaram órfãos de ter uma "perua" para ter espaço para a família. Foi assim que em Novembro de 1969 a Volkswagen lançava no Brasil a Variant, como station do 1600 "Zé do Caixão" tinha um visual melhor e agradou quem procurava uma station para comprar. Foi sucesso de vendas nos seus anos de mercado e conquistou aqueles que não tinham opção de compra, mas logo ficou "velha" com a chegada da moderna Ford Belina em 1970. A Variant chegava ao Brasil com motor 1.6 a ar que rendia 54cv de potência e 11kgfm de torque, acoplado com câmbio manual de 3 velocidades. Com esse motor a velocidade máxima chegava a 135km/h e assim como o 1600 4p, não era boa de estabilidade.


Com o motor 1.6 a Variant fazia média de 11km/l, média boa para a época, ainda mais quando a maioria dos veículos não passava de 10km/l. Na propaganda de lançamento na televisão, o protagonista que apresentava a station saía a procura de onde ficava o motor do carro, já que havia um porta-malas na frente e outro atrás -- juntos comportavam 640 litros, o que era uma boa capacidade. A Variant tinha três portas e acomodava cinco passageiros, com bancos dianteiros individuais. Com boa área envidraçada, os grandes vidros laterais traseiros traziam um quebra-vento para ventilar os passageiros do banco de trás e o motor. A primeira mudança viria em 1971 quando a Variant ganhava a mesma frente do sedan 1600 com faróis duplos e capô mais inclinado, o que lhe rendeu o apelido de "cabeça de bagre", já que tinha certa semelhança com o peixe.


Em 1973, a Variant ganhava ganha três saídas de ar na coluna C, perdia a janelinha lateral e ganha as lanternas traseiras maiores, mantendo esta configuração até 1977, quando saiu definitivamente de linha, abrindo espaço para a chegada da Variant II. Em 1974 novas mudanças chegavam à Variant como o volante, a padronagem dos bancos, e a manivela do vidro mudavam, bem como as calotas cromadas e a grade traseira passou a ser igual a da Brasilia. Ainda em 1974 a Variant chegava a 30.000 unidades e comemorava esse feito, já que o sedan 1600 não tinha nem passado das 25.000 unidades produzidas. Já em Dezembro de 1976 a fábrica comemorava a produção de 250.000 exemplares da Variant.


No mesmo ano ela recebeu os mesmos avanços de segurança do Brasília, mas suas linhas defasadas já pediam aposentadoria. Mudava novamente a frente que ficava igual à da Brasília e tinha design mais agressivo que deixou a Variant mais atual, mas "velha" perante as últimas novidades do segmento. Ainda em 1976 a Variant já não tinha o mesmo fôlego, mas a chegada da nova Variant em 1977 como linha 78, a mudança foi radical. A frente que já estava igual ao da Brasília se manteve, mas a moldura dos faróis passava a ser preta e não cinza como a Variant até 77 e da Brasília para diferenciar ambas para o consumidor. Lançada em Dezembro de 1977 a Variant II tinha como seu maior triunfo, a visibilidade que era tão boa quanto a anterior e media 4,33 metros, um ganho de 20cm a mais que a primeira geração. Mas não obteve o sucesso alcançado por esta e sua carreira foi até curta.


Com visual baseado na Brasília, a Variant ganhou dois apelidos na época: Varientão e Brasilhão, pelo tamanho maior comparado à primeira geração e o outro por ser bem similar à Brasília. Entre os avanços dessa nova geração estaca na mecânica com a suspensão dianteira McPherson com mola helicoidal e a traseira que apresentava braço semi-arrastado, o que eliminou o grave problema da estabilidade, que melhorou muito, mas havia dificuldades no alinhamento de direção, o que ajudou a matar a segunda geração da Variant. A Variant II foi na verdade, uma "reciclagem" de vários VW's nacionais. O visual remetia muito à Brasília e os bancos eram iguais ao do Passat. O motor era 1.6 refrigerado a ar também era igual ao da Brasília e rendia 67cv de potência e tinha velocidade máxima de 138km/h e de 0 à 100km/h em longos 19 segundos.


Para muitos, a segunda geração da Variant nem era para ter sido lançada, já que estava em projeto a Passat Variant, que poderia ter sido um modelo mais bem sucedido que a Variant II que arranhou a imagem da station da Volkswagen. A produção da segunda geração da Variant ficou menos de 3 anos em linha. Sobre a escolha entre a Passat Variant e a Variant II, fala-se que a opção pela Variant II deveu-se à melhor eficiência da tração traseira em subidas enlameadas, já que o Brasil eram um país tropical, o modelo se daria melhor nestas condições que a station do Passat. O outro boato é que sairia mais em conta para a Volkswagen produzir a Variant II que a Passat Variant, já que a segunda geração da Variant utilizava e muitos itens da consagrada Brasília como portas laterais, para-choque traseiro, faróis e lanternas, indicadores direcionais dianteiros, para-brisas dianteiro, além de uma série de pequenos detalhes internos de acabamento.


Com vendas que desapontaram a Volkswagen, ela durou pouco no mercado saindo em 1982 junto a Brasília que seria substituída pela station do Gol que já estava em projeto desde 1980, que seria o mais novo lançamento da marca, onde meses depois chegaria a Parati que seguiria o legado deixado pelo modelo, mas que dessa vez deu certo e foi um grande sucesso. Mesmo com o fracasso da segunda geração, a Variant foi um grande sucesso no Brasil como em outros países. Assim como a Brasília que foi um sucesso tanto no Brasil como no México, que chegou até a participar da série "Chavo del Ocho" como o carro do "Sr.Barriga". Entre 1969 até 1981 a Variant vendeu 297.762 unidades, número bem menor que a da Brasília que chegou a vender o triplo que a Variant.


sexta-feira, agosto 29, 2014

Pela 3º vez: Chevrolet convoca recall do Camaro que tem problemas no pino do banco!


A Chevrolet com certeza não passa por uma boa fase no Brasil. Hoje o Chevrolet Camaro está passando pelo seu 3º recall do ano de 2014, sendo que ainda temos mais 4 meses até o fim de 2014. O problema da vez são os bancos do motorista, ou melhor, o defeito está no pino de articulação do mecanismo regulador de altura dos bancos dianteiros, que pode acabar se soltar, deixando os assentos livres para se moverem para cima e para baixo, fazendo o motorista perder o controle do veículo segundo a Chevrolet. As unidades envolvidas no recall foram fabricadas entre 20 de Julho de 2010 à 24 de Junho de 2014 e envolve 1.821 unidades no Brasil. Nos próximos dias a Chevrolet deve enviar uma carta (porque não um e-mail?) aos donos das unidades afetadas, orientando sobre os riscos e o que deve ser feito para solucionar o problema. Aliás, para solucionar o problema o dono deve ir até uma concessionária da Chevrolet para a substituição ou verificação do pino. As unidades envolvidas possuem o final do chassi que vai do B9110300 ao B9211646.

Há 1 ano: novo Mitsubishi Outlander!


Já fez um ano do lançamento da nova geração do Mitsubishi Outlander no Brasil. A última novidade do SUV chegou ao Brasil depois de pouco mais de um ano de espera em relação aos outros países. A nova geração do Outlander chegou em um bom momento no Brasil. Depois de sequências de quedas nas vendas, o Outlander já não vendia o mesmo e a nova geração fez com que as vendas voltassem a crescer no Brasil. Hoje o Outlander conta com duas versões de motor, sendo que a primeira é a 2.0 16v que rende 160cv e a segunda é a 3.0 V6 que rende 240cv de potência, sempre com câmbio automático de 6 velocidades. Com a nova geração, as vendas saltaram da média de 350 unidades mensais para 500 unidades à 600 unidades mensais, o que o colocou de volta ao TOP100, dos 100 carros mais vendidos do Brasil. Um face-lift já é previsto para chegar à outros países em 2015 e ao Brasil em 2016.

Fiat lança a série Itália para o compacto premium Punto por R$45.460!


A Fiat está lançando no Brasil o compacto premium Punto na série Itália. A série traz como base a versão Attractive com motor 1.4 8v Flex que rende 88/85cv de potência. Como diferencial, a série Itália conta com rádio com leitor de CD e entrada USB, volante multifuncional, retrovisores elétricos, faróis de neblina, Airbag, ABS, Direção Hidráulica, Ar-Condicionado e rodas de liga leve de 15". No seu visual, o modelo apela para uma pegada diferenciada, com faróis com máscara negra (os mesmos da versão T-JET e Sporting) e lanterna escurecida, spoiler na tampa traseira, revestimento externo esportivo na coluna central das portas, painel de instrumentos com acabamento diferenciado e adesivos identificando a série Itália nos para-lamas dianteiros, quase abaixo dos retrovisores externos. Preço é de R$45.460. A versão do Punto chega apara servir de base entre a Attractive 1.4 à 1.6 Essence, que caiu e muito nas vendas ultimamente, caindo de primeiro do segmento para 3º até Julho...

Retrômobilismo#37: Primeiro ícone da Dodge, Dart foi o primeiro esportivo americano a chegar ao Brasil!


A Dodge é sem dúvida, ícone em esportivos no mundo e no Brasil não foi diferente. A marca chegou em Outubro de 1969 com o Dart, modelo que viria a ser um ícone da nossa indústria, junto com o irmão Charger que seria lançado alguns anos depois. O Dart chegaria ao mercado em duas opções de carroceria, o Dart Sedan e em 1970 chegaria o Dart Coupé. Ambos vinham com motor 5.2 V8 de 318 pol3 que rendia 198cv de potência, não tendo rivais, mas se posicionando entre Chevrolet Opala e Ford Galaxie. O Dart Sedan realmente era grande com 4,96m de comprimento e cerca de 1.500kg levava até 6 pessoas com conforto tinha uma de suas qualidades o painel completo, algo que quase nunca tinha em um nacional, mas pecava no acabamento interno. O que mais chamava atenção no visual do Dart era seu visual moderno, com larga grade e a traseira com lanternas côncavas. Um detalhe incomodou muito os consumidores do Dart que era o consumo alto aliado ao pequeno tanque de combustível.


Com o motor 5.2 V8 o Dart chegava a velocidade máxima de 170km/h e ia de 0 à 100km/h em 12 segundos, número que era bom para os padrões da época. A resposta disso estava na potência de 198cv de potência e patada do torque de 41,5kgfm de força. Como já dito, em 1970 chegava a versão Dart Coupé que assim como o Chevrolet Opala, não tinha coluna central. Tinha como uma das novidades a direção assistida. Com o tempo os consumidores começavam a reclamar sobre os freios a tambor, presente nas 4 rodas que era lento e não respondia a mesma expectativa que vinha do motor. Já um mês depois, em Novembro de 1970 no Salão do Automóvel, a Chrysler apresentava as novidades Charger LS e Charger R/T, onde a partir de 1971 teria diferenças visuais que o deixariam interessante na versão R/T. A versão R/T significava "road and track" que em português significa "estrada e pista". Oferecia um pacote completo de itens de série, como bancos dianteiros individuais, câmbio de 4 velocidades no assoalho, freios dianteiros a disco, faixas esportivas entre outros.


Em 1972 a Dodge trazia novidades para o Dart no Brasil. Era a vez de chegar as versões SE e Gran Sedan. O SE era lançado em Maio e o Gran Sedan em Outubro. O SE vinha de "special edition" e era o mais "despojado", mas mantia o apelo esportivo e era mais barato que o Dart Coupé, com intenção de cativar o público jovem que não dava atenção ao requinte o que deu bons frutos e elevou as vendas do Dart. A versão abria mão de alguns itens de série como os cromados espalhados pela carroceria, acabamento mais simples e tinha opcionais como freios dianteiros à disco, revestimento do painel e lavador dos para-brisas também era opcional. Fechadura do tanque de combustível, ventilador elétrico e luzes de cortesia também não existiam no Dart SE. Em 1974 o SE ganhava disco à freio por motivos de segurança. E quem queria um Dart mais requintado, existia o Gran Sedan que era exatamente o oposto do SE e trazia calotas integradas, pneus de faixa branca, teto de vinil, friso decorativo na tampa do porta-malas, repetidores de pisca no para-lamas, onde o consumidor conseguia ver que estavam ligados entre outros. Em 1973 chegava a mais uma versão do Dart, a Gran Coupé.


No Salão do Automóvel de 1974 a Chrysler apresentava novidades ao Dart Coupé. Ganhava nova grade dianteira e painel. O Gran Sedan ganhava a mesma frente do Charger e ficava com visual invocado com faróis duplos revestido com a grade dianteira na vertical. Além disso o Dart Gran Sedan ganhava novas calotas cromadas. Em 1976 saía de cena a versão SE do Dart e o Dart Gran Coupé. Já em 1978 o Grupo Chrysler começava a sentir a perda de vendas e saía de produção o Dart Gran Coupé, permanecendo apenas o Dart de Luxo e no Charger ficava apenas a versão R/T. No ano seguinte chegava as últimas mudanças ao Dart e Charger. Ambos ganhavam maior conforto de rodagem com suspensão recalibrada, também tinha melhor revestimento acústico. O Dart ganhava um leve tapa no visual com nova grade dianteira, um pouco maior e mais alta na região dos faróis e um leve bico no meio da grade ganhava um para-choque dianteiro mais robusto e a traseira finalmente mudança ao ganhar lanternas horizontais, sendo a única mudança na traseira do Dart desde 1969.


Vítima da crise do petróleo em 1979, a Chrysler era comprada pela Volkswagen, que detinha de uma parcela da marca americana no Brasil. Com essa segunda crise do petróleo quase que seguida, o consumidor ficou com receio de comprar os V8 da Dodge e as vendas começavam a cair cada vez mais. A partir daí os boatos sobre o fim da Dodge cresceram até a Volkswagen comprar o restante das ações e o Dart sair de cena em 1981 quando se encerrou o período que tínhamos modelos Dodge e de grande nome, como Dart, Charger, Polara, Le Baron e Magnum. De 1969 à 1981 foram vendidas 72.934 unidades neste período. Marcou época, mas morreu apenas pela crise do petróleo, duas vezes seguidas, o que acabou "matando" a Dodge.

quinta-feira, agosto 28, 2014

"Étiozão!": Toyota apresenta o face-lift do Camry, que chega ao Brasil em 2015!


A Toyota apresentou o face-lift do novo Camry que muda para ficar mais atual e fica menos feio comparado ao atual modelos vendido no Brasil que parece ter saída direto do início dos anos 2000, ficando bem atrás no quesito "design". A Toyota colocou no sedan o novo padrão visual de design, presente no Yaris e que possui alguns elementos do novo Corolla. A versão da foto é a versão global (é essa que está em nosso mercado) já que para os EUA, o Camry possui design totalmente diferente para cativar o consumidor de lá, que é bem mais exigente. O "novo" Camry agora conta com novos faróis com LEDs, grade dianteira renovado, bem como o para-choque dianteiro e traseiro, capô, tampa do porta-malas com leve mudanças e rodas.


O interior também muda ao ganhar novo volante multifuncional, o painel de instrumentos tem 4,2 polegadas, enquanto a tela do sistema multimídia pode ter 6,1 ou 7 polegadas. A motorização segue a mesma 2.0 que rende 150cv de potência, a 2.5 que rende 181cv de potência e o motor que está presente em nosso mercado, que á o 3.5 V6 que rende 249cv de potência. Não se sabe se por aqui ele poderá ganhar a opção 2.0 ou a 2.5 acompanhando a 3.5 V6 que ainda pode seguir sozinha. Por aqui ele deve estar no Salão do Automóvel, e sua comercialização deve acontecer ainda no primeiro semestre de 2015. Pelo menos com esse visual ele deixa de ser um "É tiozão" e também fica menos "Etiozão", entendeu?


Kia terá fábrica no México onde devem vir Cerato e Sportage mais baratos ao Brasil!


A Kia só começa a reagir depois de um bom tempo. Depois de deixar filas de espera nos EUA e amargar bruscas quedas de vendas no Brasil, a Kia prepara novidades que devem agradar ambos os lados. A marca coreana deve erguer uma fábrica no México para suprir a demanda de ambos os mercados para a produção de Cerato e Sportage, além do compacto premium Rio que com nacionalização mexicana finalmente pode chegar ao Brasil. A produção no México ficará em Nuevo León com produção a partir de 2016. Com isso nós se beneficiamos com a alíquota do IPI menor que deve trazer o Cerato mexicana a partir de 2017. A produção será de 300.000 unidades mensais, e deve abastecer tanto o Mercosul como EUA e Canadá. Ultimamente a Kia tem aberto muitas fábricas pelo mundo e quem sabe uma delas não chega ao Brasil, possivelmente fabricando Picanto e Soul já que Cerato, Sportage e Rio ficam no México. Quem sabe assim a Kia não volte a vender como vendeu em 2011 quando chegou a casa das 80.000 unidades comercializadas.


Renault terá versão esportiva do novo Sandero no Brasil. Esportividade não deve ficar apenas no visual!


A Renault está trabalhando em novas versões para o Sandero no Brasil. Segundo fontes ligadas à Renault, a marca francesa está trabalhando para lançar o Sandero esportivo que não deve ser a versão GT Line. Segundo a fonte a marca planeja finalmente lançar uma versão realmente mais esportiva, que além do visual deverá ganhar um novo motor. Essa versão deve ser batizada do mesmo nome de grandes esportivos da Renault com a sigla R.S., presente em vários modelos, muito lembrada quando se pensa no Mégane. De acordo com um executivo Patrice Ratti, chefe da RenaultSport, essa nova versão do Sandero denominada até então de RS não será vendido na Europa Central, mas sim em mercados emergentes como nós do Brasil e a Rússia. A versão não utilizará os atuais motores disponíveis para o Sandero (os que nós temos que são o 1.0 16v e o 1.6 8v), mas também não deve ter um grande aumento significativo de potência, pois segundo Ratti, trata-se de um carro leve.

Fábrica da Chery começa a operar no Brasil no início de Setembro!


A Chery sai na frente ao inaugurar sua fábrica no Brasil sendo a primeira chinesa a ter uma fábrica no país (parece que os planos da JAC "empacaram"). A Chery promoveu a inauguração de sua primeira fábrica brasileira, na cidade de Jacareí, interior de São Paulo, nesta quinta-feira. No evento teve a participação da imprensa especializada, a montadora, entre outros meios de comunicação. Segundo a Chery a meta é fabricar até 150.000 unidades. Em 2014 a meta é vender 15.000 unidades da marca, uma recuperação frente à 2013. O total gasto pela Chery foi de US$530 milhões, divididos entre duas plantas (a primeira de carros e segunda de motores que deve ficar pronta em 2016). Mas falando especificamente da fábrica veicular, ela possui 400 mil metros quadrados de área construída, conta com a força de trabalho de 3 mil pessoas se tornando um grande complexo industrial. Os modelos que devem ser produzidos nesse complexo industrial primeiramente serão o novo Celer Hatch e novo Celer Sedan que passam por mudanças visuais, além da nova geração do QQ, que começa a ser produzida no início de 2015, mas primeiramente virá da China.


Papel de Parede: Novo Ford Ka+!


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quarta-feira, agosto 27, 2014

De volta aos anos 90! Suzuki volta a vender Swift no Brasil por R$74.990!


FINALMENTE! Desde 2009 a Suzuki não trazia uma novidade inédita para o mercado brasileiro, com mudanças no visual do SX4 em 2012 e em Grand Vitara e Jimny em 2013. Em 2014 a Suzuki traz de vez o Swift que ficou naquele "vai não vai" desde 2012 quando o governo impôs o IPI majorado para os importados. Mas agora a marca trouxe o Swift de vez em sua versão mais completa na Europa (e mais nervosa também) que é a Sport que conta com visual mais esportivo e mais apimentado e por isso chega com um preço que assusta. Diferente, o Swift possui um visual bem bonito e moderno apesar de seu lançamento na Europa já ter sido há mais de 3 anos. O Swift conta com motor 1.6 16v à gasolina que rende 142cv de potência e um torque de 17kgfm de força, acoplado a um câmbio manual de 6 velocidades. No Brasil o Swift deve competir com Audi A1 e Citroën DS3, mas seu real segmento é o de Hatchs Compactos Premiuns e deve ter como maior rival o futuro Peugeot 208 GT.


Com essa configuração, o hatch é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos, aproveitando-se da relação peso/potência de 7,5 kg/cv. A velocidade máxima é de 210 km/h e vai de 0 à 100km/h em 8,7 segundos. Ele também fez sucesso no Brasil na década de 90 quando tinha motor 1.3 aspirado de 100cv de potência. Com 3,89 metros de comprimento, 1,69 metro de largura e 1,51 metro de altura, entre-eixos de 2,43 metros e porta-malas de 210 litros, o modelo é um urbano nato, com tamanho reduzido promete ajudar quem precisa estacionar em vagas apertadas e ter um carro ágil. A suspensão é adequada ao asfalto brasileiro "padrão EUA". Com 1.065kg, o Swift é um carro bem ágil em retomados e ultrapassagens. Entre os itens de série das duas versões, ele conta com bons itens como:


Swift Sport: Entre os principais itens de série, o Swift conta com ar-condicionado digital, direção elétrica, volante multifuncional em couro, volante com regulagem de altura e profundidade, faróis de neblina, sistema keyless para trava das portas e ignição, rodas de liga leve de 16 polegadas, controle de cruzeiro e rádio/CD/MP3/Bluetooth, freios a disco nas quatro rodas, sistema ABS (antitravamento) de freios é associado ao EBD (que distribui a força de frenagem) e ao BAS (que intensifica a força de frenagem, em situações de emergência). Airbags são seis (duplo frontal, cortina e banco lateral). Para o transporte de crianças, há sistema Isofix de fixação de cadeirinhas.


Swift Sport R: Mais cara, a versão Sport R adiciona rodas de liga aro 17″ (contra 16″ do Sport), central multimídia, sensor de estacionamento traseiro, câmbio de relações mais curtas e pneus de alta performance, pintura no teto e na cobertura do motor, retrovisores externos com pisca integrado e sensor de estacionamento e sistema multimídia com GPS integrado entre outros itens de série.


Importado do Japão, o Swift é a nova arma para crescer no mercado brasileiro com a Suzuki. Por aqui ele será vendido nas 52 concessionárias da marca e tem meta de 100 unidades por mês à 120 unidades mensais e vender pelo menos, 1.000 unidades por ano, ou seja, a meta do Swift não é ser um carro de imagem e sim um carro de maior volume. Segundo Luiz Rosenfeld, presidente da Suzuki, “O Swift Sport traz a combinação perfeita entre esportividade e conforto para o dia a dia. Não precisa ser piloto para curtir o carro”; O uso diário fica ainda melhor com o surpreendente baixo consumo de combustível. Além disso, o usuário ainda aproveita de toda a esportividade com dirigibilidade e estabilidade excepcionais.”. O Swift chega às concessionárias no mês que vem nas cores amarelo, vermelho, azul, branco, preto e grafite (Sport) e amarelo com teto preto, preto com teto vermelho, grafite com teto vermelho e branco com teto grafite (Sport R). Não há dados de vir versões mais simples do Swift ao Brasil.


Preços

  • Suzuki Swift 1.6 16v Sport - R$74.990
  • Suzuki Swift 1.6 16v Sport R - R$81.990



Novo Jeep Cherokee deve chegar ao Brasil em versão única, mas até o final do ano ganha mais versões!

Cherokee Limited
 A nova geração da Cherokee deve chegar em breve no Brasil. Possivelmente seu lançamento deve ser nos próximos dias ou até o início de Setembro, com vendas no próximo mês. No Brasil a nova geração do Cherokee deve ter preço de R$174.900 segundo o Autos Segredos na versão Limited, a topo de linha. Mas até o final de 2014 a Jeep deverá lançar mais versões ao Cherokee, que devem ser as versões Longitude que será a versão básica com preço de R$159.900 e a Trailhawk que será a topo de linha e com apelo aventureiro e que deve custar R$189.900, sempre com motor 3.2 V6 Pentastar que rende 271cv de potência e torque de 32,2kgfm de força, sempre com câmbio automático de 9 velocidades. As versões Longitude e Limited contarão com sistema 4x4 Active Drive, enquanto o Trailhawk conta com o Active Drive Lock, que vem sendo muito elogiado nos EUA, mostrando que não deve ter apenas apelo aventureiro, o Cherokee Trailhawk deve ter aptidões para o fora-de-estrada. Essa versão vem ainda com ganchos para reboque e pneus de uso misto.

Cherokee Trailhawk
Fonte: Autos Segredos

Geely lança o "carismático" GC2 que lembra (e muito) um panda, chega por R$29.900!


A Geely lançou seu último lançamento para este ano. Após chegar ao mercado brasileiro em Janeiro com o sedan compacto premium EC7, a marca chinesa passa a vender no Brasil o GC2 um popular que vem muito bem equipado. Em versão única, o GC2 conta com design bem parecido com um panda, animal muito simpático na China. Por aqui, o GC2 vem do Uruguai, ou seja, não paga IPI majorado assim como o EC7. O GC2 vem com motor 1.0 12v 3 cilindros que rende 68cv de potência e um torque de 8,9kgfm de força tem e câmbio manual de 5 velocidades como principal rival o Chery QQ que também conta com motor 1.0 de 3 cilindros, mas que rende 1cv a mais que o GC2.


O GC2 segue o mesmo lema dos chineses e vem "completão". Entre os itens de série, o GC2 conta com ar-condicionado, coluna de direção com regulagem de altura, destravamento do porta-malas por controle remoto na chave, sensor de estacionamento, travas elétricas nas 4 portas, regulagem elétrica de farol e central multimídia com sistema de som AM/FM estéreo, CD Player, MP3, USB, entrada auxiliar e quatro alto-falantes, Airbag, ABS, alarme, faróis com regulagem de altura, faróis e lanternas de neblina, rodas de liga leve aro 14", 2 cintos de segurança traseiros com três pontos, desembaçador de vidro traseiro e alças para cadeirinha Isofix já são de série entre outros itens de série o popular da Geely.


No Brasil o GC2 é oferecido em 5 tipos de cores: Amarelo, branco, preto e vermelho sólidos e prata metálico são as cores disponíveis no Geely GC2. Fabricado em Montevidéu no Uruguai assim como alguns modelos da Lifan como o X60 e o Tiggo da Chery são um dos modelos fabricados no país vizinho do Brasil. Ele mede 3,60 metros de comprimento, 1,63 metros de largura e 1,47 metros de altura, além de entre-eixos de 2,34 metros e a capacidade do porta-malas que possui apenas 205 litros. Há planos de até o final desse ano a Geely transformar esse motor 1.0 em um Flex além de trazer a versão GX2, a versão aventureira do GC2!


O Geely GC2 ainda conta com 3 anos de garantia, período parecido com os rivais nacionais e com a média do mercado nacional, mas só isso não tranquiliza o consumidor brasileiro. O brasileiro não gosta de marcas novas e a fama de gerar muitas dores de cabeça principalmente no pós-venda já está impregnada nas marcas chinesas. Mas a Geely já trabalha para reverter isso, com treinamento de seus atendentes. A meta da Geely é vender cerca de 300 unidades por mês do GC2, mas por enquanto a Geely conta apenas com 3 concessionárias no Brasil, sendo duas localizadas no estado de São Paulo e a primeira loja aberta, localizada no estado do Rio Grande do Sul. Carisma para vender isso ele tem.


Preço

  • Geely GC2 1.0 12v - R$29.900