quinta-feira, dezembro 31, 2015

Adeus, 2015! Confira lista de quem deixou de ser vendido no país neste ano que se encerra hoje!


 O mercado brasileiro até que perdeu poucos automóveis no ano de 2015, apesar da crise que afetou o setor automotivo em cheio. No total foram treze se despedem de 2015 como descontinuados. Quando comparado ao ano de 2014, quando mais de 15 foram descontinuados. Confira abaixo a nossa já tradicional postagem de 31 de Dezembro que celebra os automóveis que deixaram de ser vendidos no Brasil.


  • Chery Face



Lançado em 2010, o Chery Face foi o primeiro veículo de sucesso da Chery, que conseguiu emplacar mais de 700 unidades mensais em seu auge no mercado brasileiro. Mas um erro estratégico pode colocar o hatch "altinho" em uma situação bem complicada. Isso porque o Face pode dar adeus ao mercado brasileiro até o final de 2015. Sem produção uruguaia depois do fim da Chery-Socma, o Face deve sobreviver a base de unidades de estoque, uma vez que a Chery fica na dúvida de trazer o modelo da China. Isso porque ele competiria com o New QQ, que custa R$31.990 e o Face certamente não teria espaço como antes. Com preço de R$29.990, o Face foi o primeiro chinês com motor Flex, o 1.3 16v Flex, que desenvolve 91/90cv de potência e torque de 13,2/13,1kgfm, acoplado a um câmbio manual de 5 marchas. O Face ainda pertence a antiga fase da Chery, de carros mais "problemáticos", que não consegue se manter junto aos atuais, que passam maior confiabilidade.


  • Chevrolet Celta



Talvez a principal perda de 2015. O Celta é um dos automóveis que marcaram a Chevrolet do Brasil. Lançado em 2000, o projeto "Arara Azul" chegou ao mercado como um "substituto" do Corsa Wind, que resistiu por alguns anos a mais, até que em 2002 o Corsa subiu de vida. Muito bem recebido, o Celta se tornou um dos maiores sucessos da Chevrolet nesses últimos 15 anos, mas que ultimamente tem feito a Chevrolet pensar muito sobre sua existência. Baseado na plataforma do Corsa B, de 1994, o Celta é um dos poucos carros da Chevrolet que não aderiram a plataforma GSV, até porque ele sempre se manteve nessa geração desde que foi lançado. Fabricado em Gravataí (RS), o Celta era um dos carros mais velhos do atual portfólio da GM, e que deveria receber uma nova geração em breve, para rivalizar com o Volkswagen up!, possivelmente em 2016. Porém, parece que a Chevrolet resolveu engavetar o projeto de um substituto do Celta e o Onix passa a ser o automóvel mais em conta da marca norte-americana no Brasil. Com mais de 1,5 milhão de unidades produzidas, o Celtinha tem um lugar reservado no hall dos automóveis mais vendidos do país.


  • Effa M100



A Effa desistiu de seu único carro no mercado brasileiro. Também pudera. O Effa M100 chegou ao Brasil em 2007, mas só começou a ser vendido um ano depois, em 2008. As primeiras unidades sofreram com corrosão e tinham partes com ferrugens, segundo relato dos primeiros proprietários. Com o face-lift, a história mudou e o M100 ganhou melhorias, mas estas ainda poucas para torná-lo "aceitável". Os consumidores sempre reclamam de sua estabilidade, por ser alto e estreito, fator que se tornou crucial para  a revista Quatro Rodas interromper o teste de Longa Duração da minivan em 2009, por falta de segurança. Atrativo, o M100 tinha os principais itens de série que a maioria dos automóveis não tinha, ainda mais quando comparado a seu preço, R$25.900. Tinha ar-condicionado, direção elétrica, travas elétricas, rádio AM/FM, vidros elétricos dianteiros e traseiros, faróis de neblina, rodas de liga leve entre outros. O motor era o fraco 1.0 8v a gasolina que entregava 47cv de potência com torque de 7,3kgfm, o automóvel menos potente do mercado brasileiro.

  • Effa Plutus


A Effa foi muito discreta em lançar a picape Plutus no mercado brasileiro. Sem fazer alarde, a marca chinesa lançou no Brasil em 2011 a Plutus, uma picape média, que logo logo será a picape média mais barata no Brasil. O modelo era movido a Diesel, e chegou na época por R$62.900 em versão única, e só a Cabine Dupla. A picape tem apenas 103cv, mas um Diesel pode ajudar um pouco. O modelo tem visual, muito parecido com a americana Colorado antiga. A Plutus chegou bem recheada, mas peca muito em não trazer nem ABS e nem AirBag como opcional e se viu obrigada a trazer a partir de 2014. O interior tinha um desing agradável aos olhos, e tem acabamento em preto, e não é completamente bege, como outros chineses. Já vinha com Ar Condicionado, Direção Hidráulica, Vidros e travas elétricas entre outros itens de série. Saiu de linha assim como foi lançada. Sem chamar atenção.


  • Land Rover Defender



Depois de 67 anos, a Land Rover enfim coloca um fim em um dos maiores guerreiros do mercado mundial. Depois de muitas trilhas, caminhos difíceis pelo mundo, finalmente o Defender se aposentou. A produção do Defender deve parar em Janeiro de 2016 e para marcar o fim da fabricação do icônico jipe, a Land Rover deve lançar uma série especial para o modelo se aposentar. Produzido desde 1948 que inclui três versões, cada uma com detalhes exclusivos e que remetem à longa e bem sucedida história do utilitário. O fim de Defender deve marcar o fim de uma fase da Land Rover, já que o modelo é um dos mais longevos da história automobilística mundial. Porém a volta do Defender está marcada para 2018, em uma nova geração totalmente revista, mas ainda assim com estilo parruda e com tudo pronto para fazer mais trilhas pelo mundo. Nesse caro, é um até breve para o Defender.


  • Mahindra MOV e Scorpio



A marca indiana que sonhava grande, queria expansão seu portfólio no Brasil e acreditava que este seria um bom mercado para crescer, sai de cena no Brasil. A Bramont confirmou o fim das operações da Mahindra no Brasil, decretando o fim de linha de Scorpio e MOV. Ambos os modelos começaram a ser montados em Manaus/AM em 2007. Desde então pouco mais de 4.000 unidades foram fabricadas, sendo que essa era a estimativa anual da Bramont. Devido as condições do mercado brasileiro nos últimos tempos e a desvalorização do real, a operação foi encerrada. O custo era alto para a marca indiana, que tinha que pintar as carrocerias em Pouso Alegre/MS e de á mandá-las para Manaus, onde seriam montados a parte do chassi, motor e transmissão. Além disso, era necessário uma viajem cansativa de balsa até Belém e o caminho inverso era feito com os veículos já prontos, que depois seguiam para distribuição através de Uberlândia/MG.



  • Mercedes-Benz CLS Shooting Brake



E mais uma station deu adeus ao mercado brasileiro. Trata-se da Mercedes-Benz CLS Shooting Brake, que deu adeus ao mercado brasileiro em Janeiro de 2015, saindo do país de forma muito silenciosa. Lançada aqui em Fevereiro de 2014, a CLS Shooting Brake tinha sido lançada apenas na versão topo de linha, a AMG.  Chegando em versão única, a 63 AMG, a CLS Shooting Brake chegou com motor 5.5 V8 capaz de desenvolver 557cv de potência, com preços que chegavam perto da casa dos R$600.000 (R$599.950), pouco mais de R$2.000 mais cara que o sedã, com o mesmo motor. Uma das mais belas stations já fabricadas, a CLS Shooting Brake ainda é raridade, pois vendeu cerca de 13 unidades em 2014 (5% das vendas do CLS). O motor 5.5 V8 que rende brutos 557cv de potência e um torque admirável, junto com o câmbio de transmissão esportiva AMG SPEEDSHIFT MCT com sete marchas que enviar toda a força para a tração integral 4MATIC. E como fica o desempenho? Bom é melhor que o de muitos superesportivos, com máxima de 280km/h e 0 a 100 em 3,8 segundos, o que não é nada mal para um carro com mais de 2 toneladas. A suspensão esportiva AMG RIDE CONTROL faz o carro ser confortável e estável a qualquer velocidade, assim como o controle de estabilidade com três estágios.


  • Nissan Livina



A Nissan decretou oficialmente o fim de linha da sua representante familiar, Livina e Grand Livina. A minivan compacta da Nissan foi lançada em Março de 2009, com produção em São José dos Pinhais (PR). Como forma de combater o Honda Fit, a Nissan foi feliz com a Livina e Grand Livina, mas nos últimos tempos o modelo se tornou obsoleto e perdeu em vendas para novidades, como a nova geração do Honda Fit e a Chevrolet Spin, novata no segmento. Vendida com carroceria de 5 ou 7 lugares, a japonesa não deve substituir a Livina pelo Note, como foi divulgado anteriormente. A Livina e a Grand Livina sai de linha sem substitutos. Segundo o comunicado do fim de linha da Nissan, "Após sete anos de sucesso no mercado brasileiro, com mais de 65 mil unidades comercializadas, sete prêmios de melhor monovolume e melhor compra pela imprensa especializada, as Nissan Livina e Nissan Grand Livina deixam de ser comercializadas no país. A Nissan agradece todos os clientes pela preferência e confirma o compromisso de manter o mesmo padrão de pós-venda com qualidade japonesa fabricado no Brasil – tanto em produto - como em serviços - disponível para todos os seus automóveis.", finaliza.


  • Citroën C3 Picasso



A versão civil do C3 AirCross também deixou de ser produzida em Porto Real (RJ). A minivan compacta não resistiu as baixas vendas. Lançada em 2011, a C3 Picasso chegou alguns meses depois do C3 AirCross mas sempre com vendas tímidas. A C3 Picasso era oferecida no Brasil com motores 1.5 8v Flex e o 1.6 16v Flex, com opção de câmbio manual de 5 marchas ou automático de 4 velocidades. Com design ousado, a C3 Picasso vinha bem equipada e tinha preços competitivos, mas nunca surtiu efeito nas suas vendas. A minivan tinha um design marcante e a Citroën esperava fazer dela uma substituta da Xsara Picasso, que teve bastante sucesso no Brasil no início desse século. Porém a irmã mais nova não teve a mesma sorte. Ela foi substituída pelo irmão C3 AirCross, que ganhou um face-lift de meia-vida e ficou mais em conta e perdeu o estepe na versão mais básica para substituí-la. Nesses quatro anos de mercada foram menos de 20.000 unidades da C3 Picasso.


  • Land Rover Freelander



Substituído pelo Discovery Sport, o Freelander, utilitário esportivo mais em conta da marca inglesa no Brasil já não tinha o mesmo impacto de vendas que antes. Há um bom tempo sem novidades no design, o Freelander sobreviveu apenas a face-lifts e novos motores, que faziam o consumidor ainda se interessar pelo Freelander. Mas, desde a chegada do Range Rover Evoque, suas vendas entraram em decadência ano após ano. Aos poucos o utilitário foi sendo esquecido nas concessionárias e passou a ocupar um lugar mais escondido nos showroons da Land Rover. Vendido por R$165.900, o Freelander vinha bem equipado e era vendido com motores a gasolina e a diesel, sempre com câmbio automático. Seu substituto, o Discovery Sport, lançado em Março desse ano e futuro nacional, já mostrou a que veio e em seu ano de estreia já vendeu mais de 2.000 unidades, mostrando que a Land Rover estava certa em substituí-lo.


  • Peugeot 308 CC



Lançado no Brasil em Setembro de 2012, o 308 CC deixou o mercado brasileiro em 2015, já que o conversível não é mais produzido na França desde 2014. O modelo, no qual chegou ao mercado para ser um modelo de imagem, nunca vendeu bem, nem mesmo a Peugeot queria isso, já que a meta de vendas era de 15 unidades mensais. No Brasil, o 308 CC era oferecido pela marca francesa pelo preço de R$142.290. Assim como todo modelo importado do Grupo PSA, o modelo conta com motor 1.6 THP que desenvolve 165cv de potência com torque de 24,5kgfm, acoplado a um câmbio automático de 6 velocidades. Para os consumidores que namoram o conversível deverão ir atrás de alguma unidades em alguma concessionária, já que o estoque deve ser bem limitado, pois vinha poucas unidades do Brasil. O modelo tem como itens de série, 6 airbags, ESP, ASR, freios ABS, AFU, luzes diurnas de LEDs entre outros. O modelo deve receber uma nova geração na Europa, baseada no novo 308, correndo o risco de não chegar ao Brasil.


  • Volkswagen Passat Variant



Presente no Brasil desde 1995, a Passat Variant é outra station que deixa o mercado brasileiro. A versão mais familiar do Passat parece ter deixado de fato o mercado brasileiro. Isso por que a nova geração do Passat foi lançada apenas na carroceria sedã. A SW do Passat era vendida com motor 2.0 TSi que desenvolvia 211cv de potência com torque de 28,5kgfm acoplado a um câmbio automático de 6 velocidades. Vendida em versão única, a Passat Variant não vendia como antes. Com o preço de R$137.900, era possível comprar uma Audi A4 Avant, Volvo V60 e juntando um pouco mais, a novata Mercedes-Benz Classe C Estate e a recente Subaru Outback, modelos de maior prestígio e que trazem maior destaque nas ruas. A Passat Variant está no fim de suas últimas unidades assim como a antiga geração do sedã, isso por que a nova começa a ser vendida em Janeiro.

Especial Lançamentos #3: o que esperar da Bentley para o Brasil no ano de 2016?


A Bentley é uma marca que raramente tem algum lançamento mais relevante no mercado, mas 2016 promete ser bem agitado para a marca. Apesar de ter apenas uma novidade para o Brasil, é um dos maiores lançamentos da inglesa nos últimos tempos, que foi o principal destaque no último Salão do Automóvel de Frankfurt, na Alemanha. O Bentayga. O SUV de Luxo foi confirmado pela marca no evento de apresentação do utilitário esportivo, que aconteceu no Salão de Frankfurt. A Bentley disse que deve lançar o Bentayga no Brasil no segundo semestre de 2016 e espera vender 20 unidades em 2016 do SUV em toda a América do Sul e como o Brasil é o principal mercado, mais de 50% dessas vendas terão como destino o nosso país. com o motor 6.0 W12 TSI. Atualmente, o Bentley mais barato à venda no Brasil é o Continentam Flying Spur, de R$920.000. Na gama de motorizações, o Bentley Bentayga deve ser oferecido com motor  6.0 W12 TSI, apresentado oficialmente no mês passado. O 6.0 W12 entrega 608cv de potência com torque de 91,7kgfm de força máxima, disponíveis a 1.250rpm a 4.500rpm, que leva 0 a 100km/h em 4,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 301km/h, titulando-se o SUV mais rápido do mundo. Esse novo 6.0 W12 deve estar presente na nova geração do Continental. O motor 4.0 V8 BiTurbo também está confirmado, com potência na casa dos 550cv de potência e com câmbio automático, sendo esta a opção mais em conta, que também chegará ao Brasil. Preço? Chute algo em torno dos R$1.200.000 com o motor 6.0 W12 TSi.


Nova geração do Fiat Punto ganha projeção e pela primeira vez haverá "dois Puntos para dois mundos"


O site OmniAuto.it faz mais uma projeção de como será a nova geração do Fiat Punto, que deve fazer sua estreia entre o final de 2016 e o início de 2017. Conhecido internamente como projeto X6H, a nova geração do hatch já se encontra em testes no Brasil, mas não se sabe se o Punto será novamente global ou será diferente para Europa e países emergentes. Sabe-se até o momento que a nova geração do Punto deve se basear no Tipo. Apesar de a proposta ser bem mundial, ele deverá ficar restrito à região EMEA (Europa, África e Oriente Médio), enquanto Brasil e Índia mergulham em um projeto mais barato. Ainda assim, embora tenha Fiesta, Polo, Corsa, 208 e Clio como concorrentes na Europa, o Novo Punto europeu não focará em um nível de acabamento premium, tornando-se uma opção mais enxuta e de baixo custo. A plataforma deve ser a mesma B-Wide que está presente em Jeep Renegade, Fiat Toro e Fiat Tipo. Fala-se que a nova geração do Punto não deve ser maior que 4,10 metros de comprimento e use os motores 1.2 de 69cv e diesel Multijet 1.3 de 95cv. Comenta-se que o TwinAir Turbo 0.9 de 105cv substituirá o 1.4 16v de 100cv. Sua produção deve ser feito na Turquia. No Brasil, a nova geração terá motores 1.4 GSE, 1.6 16v Flex e 1.8 16v Flex, com opção de câmbio manual de 6 marchas e automático de 6 velocidades, Start&Stop e ESP.

Projeção: Omni.Auto

Com apresentação marcada para o próximo Salão de Genebra, Bugatti Chiron poderá alcançar 466km/h


Substituto do Veyron, o Bugatti Chiron tem detalhes revelados a conta-gotas. O superesportivo francês deve ser apresentado no próximo Salão do Automóvel de Genebra, que acontece em Março na Suíça. O Chiron será equipado com o motor 8.0 W16 com quatro turbinas, capaz de entregar 1.500cv de potência e torque de 152,4kgfm disponíveis entre 1800 a 6800rpm. O câmbio é um automatizado de sete velocidades e dupla embreagem. A refrigeração do motor será feita por 15 radiadores, que para efeito de comparação, o Veyron possui "apenas" 10. Esse conjunto, segundo fontes, será suficiente para levar o novo Chiron de 0 a 100km/h em 2,3 segundos e de 0 a 300km/h em menos de 15 segundos. Este propulsor será capaz de levar o Chiron de 0 a 100km/h em apenas 2,2 segundos e atingir uma velocidade máxima de 290mph, ou 466km/h, sendo que o velocímetro será calibrado para alcançar 500km/h. As rodas, de 21" polegadas com pneus Michelin Pilot Sport PAX, com freios de 420 mm e 400 mm, respectivamente. Segundo a Bugatti, a produção será limitada a 500 unidades, 50 unidades a mais que o Veyron e cerca de 130 consumidores (dez a mais desde o último dia 2) mostraram interesse no super-esportivo antes mesmo dele ser lançado. Quanto ao preço, cogita-se algo em torno de US$2,19 milhões. Haverá ainda uma versão Targa, prevista para meados de 2018.


quarta-feira, dezembro 30, 2015

Automóveis da Honda devem ficar até 8% mais caros em Janeiro e HR-V chega a R$96.900


A Honda acaba de divulgar a sua nova tabela de preços para 2016. Os preços começam a valer em 1º de Janeiro em todas as concessionárias da marca, com preços reajustados entre 4% a 8%. O mais em conta da Honda, o Fit passa a ser vendido por R$54.900 e foi o que menos encareceu. Até então a versão DX era vendida por R$52.700. Já o City teve um aumento mais considerável, de 8%. A versão de entrada do sedã compacto premium da Honda começa em R$58.000 enquanto o antigo preço era de R$55.300, também na versão DX. Vale destacar que o City ganhou novos itens de série em todas as versões e os preços não tinham sido divulgados pela Honda. O Civic pode ser um dos que menos teve reajuste. O sedã médio nipônico está sendo vendido por R$73.000 e deve chegar a R$75.700. A versão topo de linha do Civic já chega a R$94.100. Prestes a sair de linha, o Honda Civic Si está custando R$129.000 antes os R$124.000 cobrados atualmente. Quem também ficou mais caro foi o líder da Honda no Brasil, o HR-V, lançado no último mês de Março. O crossover compacto parte de R$76.900 na versão DX e chega a R$96.900 na EXL. O CR-V já parte dos R$142.400 e o Accord chega a R$156.300.


Tabela de Preços

  • Fit DX – R$54.900
  • Fit DX CVT R$ – R$60.500
  • Fit LX  R$60.600
  • Fit LX CVT- R$66.000
  • Fit EX CVT – R$70.900
  • Fit EXL CVT – De R$73.900
  • City DX – R$58.000
  • City LX CVT -  R$69.000
  • City EX CVT -  R$72.500
  • City EXL CVT -  R$78.890
  • HR-V LX – R$76.900
  • HR-V LX CVT – R$82.900
  • HR-V EX CVT – R$88.500
  • HR-V EXL CVT – R$96.900
  • Civic LXS – R$75.700
  • Civic LXS AT – R$78.900
  • Civic LXR AT – R$83.700
  • Civic EXR AT – R$94.100
  • Civic Si – R$129.000
  • Accord EX V6 – R$156.300
  • CR-V EXL AT5 – R$142.400

Fiat escolhe nome do seu hatch popular, substituto de Uno Vivace e Palio Fire, que se chama Mobi


A Fiat registrou o nome de seu novo hatch popular, que deve ser lançado no Brasil em Abril. O hatch deve receber o nome de Mobi, segundo o site da Propriedade Industrial, responsável pelo direito do nome de produtos. Conhecido até então por X1H, o novo hatch deve ser o responsável por substituir o Palio Fire e o Uno Vivace. A informação, apurada pelo site Blogauto, coincide com o pedido do registro no INPI, Instituto Nacional de Patentes Industriais. Já bastante flagrado pelo país, o Mobi tem apenas um segredo, que era justamente o seu nome. Assim como aconteceu com a Toro, a Fiat escolheu um nome curto e de fácil memorização. Mobi, pode ter tudo a ver com mobilidade urbana, uma vez que o hatch da Fiat tem dimensões compactas, assim como o Volkswagen up!. Outros nomes estavam sendo especulados pela imprensa, como Primo ou até mesmo Mille. Praticamente com as mesmas dimensões de um Mille (aquele que nos deixou em 2013, caixinha de fósforo), o Mobi deve ter cerca de 3,65 metros de comprimento. O hatch italiano deve usar o conhecido 1.0 8v Flex que desenvolve 75/73cv de potência com torque de 9,9/9,5kgfm, acoplado com câmbio manual de 5 marchas. Mas, o novo hatch deve trazer upgrades nesse motor e sua potência deve ficar próxima dos 80cv de potência, com torque acima da casa dos 10kgfm quando abastecido com Etanol. Enquanto os atuais carros de entrada são velhos e quase não trazem nenhuma novidade, o novo hatch da Fiat deve trazer central multimídia, algo que passou a ser mais adotado pelos automóveis da italiana nos últimos dois anos. A grande novidade será a direção elétrica, ainda não oferecida pelos carros mais baratos do fabricante e que vai ajudar a economizar pelo menos 5% no consumo de combustível. A tampa do porta-malas deve ser toda de vidro. Espera que seu lançamento deve ser bem na data da chegada da Fiat ao Brasil, que em 2016 comemora 40 anos de Brasil. Seu preço deve ficar abaixo dos R$30.000.


A prova...


Especial Lançamentos #2: o que esperar da Audi para o Brasil no ano de 2016?


A Audi vem preparada para 2016 para manter sua trajetória de crescimento. Para 2016 porém, os lançamentos trazem menos automóveis de peso para seu crescimento, se não fosse a nova geração do A4. Tanto o sedã como a station wagon devem chegar no Brasil para brigar com BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C, Lexus IS e Volvo S60. A nova geração do A4 cresceu e agora mede 4,72 metros de comprimento (4,70m do atual) e 2,82 metros de entre-eixos (ante 2,80 metros). A largura também cresceu 2cm, totalizando 1,84 metro, mas o altura foi mantida em 1,42m. O porta-malas do sedã leva 480 litros de capacidade. Sob o capô, o novo A4 conta com motores a gasolina, com turbo. Entre as opções oferecidas serão o 1.4 TFSI de 150cv ou 170cv, seguido da nova geração do 2.0 TFSI, que desenvolve entre 190cv a 252cv. Para todos os motores, a opção de câmbio é o manual de 6 marchas, que é cerca de 16kg mais leve. Ainda há a opção de câmbio S-TRONIC de 7 velocidades, substituindo o atual CVT. Com o motor mais manso, o 1.4 TFSI, que substitui o 1.8 TFSI, acelera de 0 a 100km/h em 8,9 segundos e promete consumo de 20,4km/l, cerca de 21% mais eficiente. No caso do 2.0 TFSI, acelera de 0 a 100km/h em 7,3 segundos e consumo médio de 20,8km/l. Nos dois casos os números de aceleração e de consumo levam em conta as versões equipadas com câmbio S-TRONIC e tração dianteira. Os preços devem ficar na casa dos R$140.000. Já a versão S4, mais esportiva deve ser apresentada durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2016. O novo motor 3.0 TFSI que desenvolve 354cv de potência e torque de 50,9kgfm. O lançamento do novo A4 ocorre ainda no primeiro semestre, podendo ocorrer em Março.


O Q7 chega ao Brasil com nova geração e fica maior. O "SUVZÃO" está quase 400kg mais leve. Por aqui ele deve trazer os motores 3.0 V6 TSFI e 4.2 V8 a diesel (a confirmar), estejam passados de uma geração para a outra, ganhando alguns ajustes para melhorar o desempenho, aumentar a potência e reduzir o consumo e as emissões. O modelo que foi apresentado no final de 2014 e marcou presença em Detroit e marca presença no Salão de Genebra, o Q7 para o Brasil deve usar motor Turbo Diesel 3.0 V6 que desenvolve 373cv de potência e torque de 71,4kgfm de força, acoplado a um câmbio automático de 8 velocidades primeiramente. Isso porque motorização a gasolina ainda é cogitada a ser lançada no país, para aumentar o número de vendas do utilitário esportivo. Feito sob a plataforma MLB, o novo Q7 está 363kg mais leve que a antiga geração, além de trazer o novo padrão visual da Audi de design, com grande grade hexagonal, faróis mais afilados e retangulares, bem como as lanternas traseiras, ambos com LEDs. O Q7 chega no primeiro trimestre, sem data definida. Já o A1 deve ganhar um face-lift que o inclui no novo face-family da marca germânica. O modelo inclusive já consta no site da Audi Brasil e deve ser vendido apenas em duas versões: Attraction e Ambition, ambas com motor 1.4 TFSI, mas com potência diferentes. A primeira deve desenvolver 122cv e 20,4kgfm enquanto a outra entrega 185cv e 25,5kgfm de torque, sempre acoplado ao câmbio automático S-TRONIC de 6 velocidades. Embora na página principal continue o modelo anterior. No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa da marca, as vendas do compacto atualizado ainda não começaram. O A1 foi renovado com face-lift, que o deixou de acordo com o face-family da Audi, mudando grade, faróis, para-choque dianteiro e traseiro, novo layout das lanternas, rodas e detalhes aprimorados no interior. As versões esportivos como a S1 Sportback são esperadas, também e tem lançamento confirmado para os três primeiros meses do ano.


Quem também tem o passaporte carimbado para 2016 é a nova geração do R8. Ele chega totalmente renovado, mesmo não parecendo, por ter mantido as principais características do design, e ficou mais próximo do irmão menor TT. Entre os destaques visuais estão os faróis a laser, que ilumina um facho de até 600m, garantindo maior segurança durante a noite. As motorizações devem ser o 5.2 V10 FSI já conhecido, que desenvolve 540cv de potência e torque de 54,9kgfm ou 610cv de potência e torque de 56,9kgfm na versão Plus. Com esse motor ele cumpre o 0 a 100km/h em 3,5/3,2 segundos e atinge a velocidade máxima de 320/330km/h. O consumo médio é de8,4/8,1km/l e o número de emissões (CO2) é de 275/289g/km. O câmbio é automatizado de dupla embreagem S TRONIC de 7 velocidades, trazendo três tipos de condução, podendo passar as marchas de modo manual. A nova geração do superesportivo deve ser lançada no meio do ano. O A3 e-tron, que conta com motor 1.4 TFSI modificado e um propulsor elétrico que desenvolve 100cv de potência também é esperado desde 2015. Juntos, os dois motores (elétrico e o a gasolina) serão capazes de desenvolver 200cv de potência e 26,3kgfm de torque, enviados às rodas dianteiras por meio de um novo câmbio de 6 velocidades chamado de "e-S Tronic". O híbrido deve custar cerca de R$180.000. Continuando com o A3, o modelo deve ganhar a versão RS3, a mais nervosa do hatch, para competir com Mercedes-Benz Classe A 45 AMG. O motor é um 2.5 capaz de desenvolver 367cv e torque de 47,2kgfm. O RS3 chega no primeiro trimestre e o e-tron ainda não tem data confirmada. Quem também chega nos primeiros meses do ano são as versões TTS do TT, nas carrocerias Coupé e Roadster. O Q3 deve receber nacionalização na fábrica de São José dos Pinhais (PR) e o motor passa a ser Flex, assim como aconteceu com o A3 Sedan.


Face-lift da dupla Onix e Prisma da Chevrolet está programado para Maio para seguir na liderança


Caminhando para ser líder entre os compactos e líder no geral entre automóveis e comerciais leves e o sedã sendo o líder entre os sedãs compactos, a Chevrolet deve apresentar em Maio de 2016 o face-lift de Onix e Prisma, respectivamente. O hatch e o sedã devem incorporar a nova identidade visual já conhecida pelos brasileiros com a recente reestilização do Cobalt. Já com três anos de mercado no caso do Onix e dois anos e meio para o Prisma, as novidades devem se concentrar principalmente na dianteira. A atual grade deve ser abandonada e deve ganhar uma bem parecida com a da nova geração do Cruze, por exemplo, ganhando ainda novos faróis e novo para-choque dianteiro. Na traseira, as principais mudanças devem ficar por conta do novo layout das lanternas e do novo para-choque traseiro. O Prisma ganha as mesmas mudanças na dianteira do hatch, mas na traseira deve seguir um design novo, inclusive com novas lanternas, que podem se estender até  tampa do porta-malas, além de poder ganhar LEDs. No interior, a dupla deve ganhar a nova geração do MyLink e alguns detalhes do painel, além de alguns novos itens de série, com a intenção de "recheá-lo". Além de novidades visuais no exterior e interior, o Onix pode ganhar futuramente novidades mecânicas, como o motor 1.0 12v Flex, de três cilindros, que desenvolva cerca de 85cv com Etanol. O Onix ainda pode ganhar uma opção com motor 1.0 12v Turbo, entregando entre 100cv a 115cv e torque de até 17,3kgfm. As novidades mecânicas podem fazer sua estreia em 2017. O Onix e o Prisma reestilizados devem contar ainda com o sistema OnStar, sistema de socorro, auxílio e localização que já fez sua estreia no Cruze e Cobalt e será estendido, aos poucos, ao restante da linha. Até por que em time que está se ganhando, se mexe sim!


Mercedes-Benz Classe A reestilizado chega no primeiro trimestre com novidades visuais e mecânicas


O face-lift do hatch Classe A, modelo de entrada da Mercedes-Benz no Brasil, está próximo de ocorrer. O lançamento deve ocorrer entre os meses de Janeiro a Março, como forma de deixar o hatch de acordo com as novidades visuais da empresa alemã. Com lançamento para o primeiro trimestre, o Classe A passa por uma pequena plástica, que fica por conta da nova grade dianteira, novo para-choque dianteiro (nova entrada de ar) e traseiro, faróis e lanternas com novo layout e com LEDs, LEDs diurnos nos faróis, nova saída do escape e novas rodas de liga leve. No interior, destaque para o novo quadro de instrumentos, novos materiais usados no acabamento, bancos com novo formato e uma nova geração da central multimídia, agora de 8" polegadas touch screen, que traz conectividade com Apple CarPlay e Mirror Link. Na mecânica, algumas novidades. Destaque para o motor 2.0 Turbo que passa a desenvolver 218cv e torque de 35,8kgfm (7cv a mais) da versão A250. A versão A200 segue oferecendo o 1.6 Turbo de 156cv e 25,5kgfm, sempre com uma transmissão automatizada de 7 velocidades e dupla embreagem. Já a toda poderosa A 45 AMG conta com motor 2.0 Turbo que desenvolve 381cv e 48,4kgfm, com aumento de 21cv e 2,55kgfm. Junto a ele está o câmbio AMG SPEEDSHIFT DCT de 7 velocidades e dupla embreagem e tração 4MATIC. Com esse motor, o Classe A acelera de 0 a 100km/h em 4,2 segundos, com velocidade máxima de 250km/h, limitada eletronicamente. O consumo é de 14,4km/l e emite 162g/km. Os preços devem começar na casa dos R$130.000, depois da alta do Dólar.


Volvo divulga novos detalhes do interior do seu sedã S90, que foi apresentado no início do mês


A Volvo resolveu apresentar mais detalhes sobre o interior do seu mais novo sedã, o S90, que deve começar a ser vendido em breve na Europa. Parente próximo do XC90, o S90 apresenta bastante familiaridade com o interior do utilitário esportivo. O interior é excepcionalmente refinado com atributos que o permite competir com os líderes alemães deste segmento. O interior traz arremates em madeira que deixam o interior com um design mais sofisticado, além da tecnologia, que chama atenção com a grande central multimídia, que elimina boa parte dos botões no console central, deixando o interior mais sóbrio. O sedã é uma resposta da Volvo para as alemãs da Audi, BMW e Mercedes-Benz com seus A6, Série 5 e Classe S respectivamente. O S90 ainda deve disputar mercado com o Jaguar XF. Sua aparição está programada para o Salão do Automóvel de Detroit de 2016, nos EUA. Com 4,96 metros de comprimento, 1.89 metro de altura e com 2,94 metros de entre-eixos, o S90 tem o porte de um BMW Série 5, mas parece maior. Em termos de tecnologia, o destaque é o sistema de condução autônoma Pilot Assist, que mantém o sedã alinhado nas faixas de demarcação das estradas, em velocidades de até 130km/h, controlando freios, acelerador e direção, mesmo que não haja um veículo à frente. Já o City Safety foi atualizado e pode reconhecer a presença de animais de grande porte, como cavalos, vacas ou alces na pista, além de pedestres, é claro. Em caso de risco, é emitido um alerta sonoro e suporte à frenagem para evitar a colisão.


Audi confirma a produção de Q2, a nova geração do Q5 em 2016 e investimento para novas tecnologias


A Audi confirmou o investimento de 3 bilhões de euros para dois novos utilitários esportivos e novas tecnologias. Tanto que, a marca confirmou que em 2016 deve apresentar o Q2 e a nova geração do Q5. O primeiro é inédito e foi flagrado recentemente e tem chances de fazer sua estreia no próximo Salão do Automóvel de Genebra, em Março. Até então, boatos falavam que o Q2 poderia ser chamado de Q1. O Q2 deve ter dimensões próximas a do Jeep Renegade, Honda HR-V, Peugeot 2008 entre outros, mas deve cativar o consumidor por trazer maior requinte. Até agora não se sabe qual a mecânica do utilitário esportivo, mas presume-se que sejam o 1.4 TFSI que desenvolva entre 122cv a 140cv nas versões de entrada, o 1.8 TFSI nas intermediárias e possivelmente a 2.0 TFSI nas versões topo de linha, com câmbio manual de 6 marchas ou automático S-TRONIC de 7 velocidades. Feito sobre a plataforma MQB, o novo Audi Q2 terá em torno de 4,20 metros de comprimento. O design externo será inspirado no conceito Crosslane e vai seguir o padrão visual dos atuais modelos da marca, só que em um formato menor. Também para 2016 está prevista a nova geração do Q5, que deve ser apresentado no Salão do Automóvel de Frankfurt do ano que vem, com base na plataforma MLB EVO, a mesma da nova geração do A4 e com uso de alumínio na carroceria, que deverá diminuir cerca de 100kg seu peso. O investimento bilionário será destinado ainda para a área de sistemas de propulsão alternativos, o que inclui o novo Q6 e-tron, previsto para 2018, que inclusive já foi antecipado pelo conceito e-tron quattro. Os novos modelos são parte das 60 novidades prometidas pela Audi até 2020. Segundo o CEO da Audi, Rupert Stadler: “Nós estamos continuando com os nossos elevados níveis de investimento em tecnologias do futuro para melhorar a forte posição da nossa marca.”.


BMW divulga teaser do Vision Car com a tecnologia AirTouch que será apresentado no CES 2016


A BMW divulgou ontem (29/12) uma imagem teaser de um conceito que estará no CES 2016, que acontece em Janeiro em Las Vegas, nos EUA. Conhecido por trazer tecnologias, a feira deve ser palco para a apresentação do Vision Car Concept, que deve mostrar o futuro de design da marca ou até mesmo um futuro automóvel disfarçado conceitualmente no evento. O evento, que acontece entre os dias 6 a 9 de Janeiro, deve ser palco para a BMW apresentar o sistema AirTouch, que segundo a montadora vai permitir aos usuários controlar o entretenimento, navegação e comunicação do veículo através de gestos. E, no teaser fica visível uma tela localizada no lado do carona, que deve ter o controle do AirTouch. O sistema utiliza vários sensores para monitorar e memorizar os movimentos dos dedos entre um espaço entre o retrovisor interno e o console central. Ao que tudo indica, o sistema é parecido com o Gesture Control do novo Série 7, mas muito avançado, já que permite gestos tridimensionais. O sistema traz ainda botões de confirmação para o motorista e passageiro. Maiores detalhes deverão ser revelados em breve, com a proximidade do evento, que abre suas portas em uma semana nos EUA.

Com um ano de mercado brasileiro, face-lift do Toyota Camry não reanimou as vendas


Faz um ano que o Toyota Camry ganhou um face-lift de meia-vida, mas nem por isso significa que suas vendas melhoraram. A Toyota colocou no sedã o novo padrão visual de design, presente no Yaris e que possui alguns elementos do novo Corolla. A versão global (é essa que está em nosso mercado) é mais careta que é vendida para os EUA, o Camry possui design totalmente diferente para cativar o consumidor de lá, que é bem mais exigente. O "novo" Camry traz algumas mudanças no visual, como novos faróis, grade, capô, para-choque dianteiro (com entrada de ar maior, como destaque) e traseiro, lanternas, rodas de liga leve de 17" polegadas, novo friso cromado na traseira e novo refletor completam o visual externo como novidades. No interior, o novo Camry traz tímidas novidades. Entre elas, estão o volante com novos comandos, os controles do ar-condicionado, que foi revisado, e o quadro de instrumentos com novos grafismos. Nos itens de série, o Camry 2015 traz central multimídia de 7" polegadas com leitor de DVD e câmera de ré, além da adoção de airbag para o joelho do motorista, totalizando 7 airbags espalhados pela cabine, ar-condicionado bi-zone, direção elétrica, acabamento com detalhes sofisticados em madeira, luzes diurnas de LEDs, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, ESP, EBD, BAS entre outros itens de série. O motor segue sendo o mesmo, o 3.5 V6 24v VVT-i que desenvolve 277cv de potência com torque de 35,3kgfm, associado a um câmbio automático de 6 velocidades. Desde o início do ano, apenas 71 unidades foram emplacadas. Também pudera, o preço de R$172.900 não é nada convincente.


terça-feira, dezembro 29, 2015

Mercedes-Benz Sprinter deve receber face-lift no Brasil em Fevereiro de 2016, para abrir espaço para o Vito


Com três anos de mercado, a atual geração da Mercedes-Benz Sprinter deve receber um pequeno face-lift para crescer na vida. Com o Vito servindo como base, a Sprinter tem liberdade de encarecer. O furgão deve receber novidades principalmente na dianteira, onde ganha nova grade dianteira e detalhes cromados, para-choque mais envolvente, capô redesenhado e novos faróis de acordo com o face-family da marca. Haverá ainda um novo volante com comandos para o computador de bordo, Bluetooth e sistema de som, além de bancos maiores e com novo estofamento. A marca confirmou a chegada do face-lift da Sprinter para Fevereiro de 2016. Entre os itens de série, a nova Sprinter deve ganhar controle de estabilidade com assistência anti-vento lateral, que minimiza a incidência do vento a partir de 80km/h, disponível apenas para as versões com 3,88 toneladas de peso bruto. Comemorando os 20 anos de produção na Argentina, o Sprinter deve manter a mesma mecânica do modelo atual. O motor 2.1 Turbo Diesel, que desenvolve entre 114cv e 28,5kgfm de torque a 146cv e 33,7kgfm, sempre com câmbio manual de 6 marchas. E, pela primeira vez deve rumar para a América do Norte. A Sprinter deve chegar aos EUA e ao Canadá com o logo da Dodge e será o primeiro automóvel da Argentina a ser comercializado em mercados de primeiro mundo.


Sindicato argentino entrega data do início da produção da nova geração do Chevrolet Cruze


A nova geração não começa a ser produzido em Maio na Argentina e sim em Fevereiro! A nova geração do sedã médio norte-americano teve detalhes revelados pelo sindicato dos metalúrgicos, chamado por lá de Smata (Sindicato de Mecánicos y Afines del Transporte Automotor). Segundo o site do sindicato, os funcionários entram em férias em Janeiro de 2016 e voltam apenas em Fevereiro, já produzindo o Cruze. O recesso de um mês deve "arrumar a casa" para a produção do novo sedã, que significa o fim de linha do Classic, produzido atualmente em Rosário. Segundo o sindicalista Marcelo Barros explicou: “A partir de janeiro, todo o pessoal da fábrica entra de férias, e em fevereiro começa a produção do modelo do Projeto Fénix, a segunda geração do Chevrolet Cruze, que será exportado para o Brasil e outros mercados”. Totalmente reformulado, a nova geração do Cruze contará com o novo motor que deve ter injeção direta de combustível e será Flex. O 1.4 Ecotec Turbo deve desenvolver nos EUA, cerca de 153cv com gasolina, enquanto no Brasil a potência deve ficar próxima a 170cv com Etanol e cerca de 160cv com gasolina. Priorizando o desempenho, o novo Cruze ainda contará com a terceira geração do câmbio automático de 7 velocidades, que é mais leve, têm troca mais rápida e mais econômico que o modelo atual, além de ter dupla embreagem. Diferente da atual geração, a nova quer ser reconhecida pelo baixo consumo de combustível. Feito sobre a plataforma D2XX, o novo Cruze está maior, com 4,66 metros de comprimento (+6,8cm), 1,45m de altura (-2,5cm), 1,79m de largura e 2,70 metros de entre-eixos (+2cm). O peso é o grande destaque, onde dependendo da versão, foi reduzido em até 113kg, melhorando sua dinâmica e desempenho. No Brasil o lançamento deve ocorrer entre Junho a Agosto, com preços na casa dos R$75.000.


Especial Lançamentos #1: o que esperar da Alfa Romeo para o Brasil em 2016?


A Alfa Romeo prometeu durante o Salão do Automóvel de São Paulo de 2014 que voltaria ao mercado brasileiro em meados de 2016, logo após voltar aos EUA. Bom, a marca italiana já está nos EUA mais uma vez e apresentou o Giulia, o mais novo automóvel da marca italiana. No Brasil, o Giulia deve ser o responsável pela volta da marca no território nacional para brigar com Audi A4, BMW Série 3, Lexus IS, Mercedes-Benz Classe C, Jaguar XE e Volvo S60. O sedã grande tem grandes chances de ser apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo de 2016. Por aqui, o Giulia deve ser vendido desde as versões mais simples até a topo de linha Quadrifoglio Verde (QV), que deve concorrer com Mercedes-Benz Classe C 63 AMG e BMW M3, principalmente. O Giulia é equipado com os motores 2.0 16v Turbo que desenvolve 280cv de potência, com tecnologia MultiAir2. O modelo terá como opção diesel um bloco 2.2 da família JTDm, que renderá entre 150cv, 180cv ou 210cv, podendo ser equipado com um câmbio manual de 6 marchas ou automático de 8 velocidades. Por sua vez, o bloco 2.2 GME desenvolverá 200cv, 250cv ou 280cv, neste caso sempre associado à transmissão automática de 8 velocidades. Nas duas configurações mais potentes a Alfa oferecerá como opcional tração integral com diferencial Torsen. Posteriormente, serão adicionados à gama uma versão de 330cv do mesmo 2.2, além de um 3.0 V6 diesel de 340cv. A QV é equipada com o 2.9 V6 Turbo de 510cv de potência, desenvolvido em parceria com a Ferrari. O câmbio manual de seis marchas e automático de dupla embreagem e 7 velocidades. Segundo a Alfa Romeo, o motor leva o sedã de 0 a 100km/h em 3,9 segundos e tem o "sensacional poder de arrancada", mas o torque não foi divulgado. Os preços devem ficar na casa dos R$165.000 e as vendas devem iniciar em 2017.