sábado, dezembro 31, 2016

Adeus, 2016! Confira lista de quem deixou de ser vendido no país neste ano que se encerra hoje


O ano de 2016 marcou o fim de linha de três automóveis muito conhecidos da maioria dos brasileiros: Chevrolet Classic, Fiat Siena EL e Renault Clio. Ambos produzidos desde os anos 90, o trio marcou o ano de 2016 nas despedidas e lembrou muito o ano de 2013, quando automóveis antiquados também deixaram de ser produzidos em massa.

Chevrolet Classic
A Chevrolet retirou o sedã popular de linha, que foi produzido primeiro no Brasil e depois teve sua produção transferida para a Argentina. Derivado ainda da primeira geração do Corsa Sedan, ele foi lançado em 1996 e chegou a ver o nascimento e a morte de seu substituto, o Corsa Sedan, que foi vendido entre 2002 a 2012. Durante muitos anos o Classic foi o Chevrolet mais vendido do mercado brasileiro. Porém com o tempo nem seu bom custo/benefício consequia trazer novos consumidores. E, desde a chegada da nova família de compactos as vendas do Classic nunca mais foram as mesmas. Desde Janeiro o Classic emplacou 10.023 unidades, sendo 1.728 unidades em Julho. Ele era vendido com motor 1.0 8v Flex que desenvolve 80/78cv de potência com torque de 9,9/9,5kgfm e um câmbio manual de 5 marchas. Entre os itens de série, o Classic só recebeu direção hidráulica, conta-giros no painel e desembaçador traseiro apenas na linha 2016, apresentada em 2015. O sedã popular passou por sua primeira mudança visual em 2000, mas a mudança mais significativa veio em 2011 com o face-lift, que o deixou igual ao modelo chinês.

Renault Clio
Chega o fim de linha o Renault Clio na fábrica argentina de Córdoba. Segundo informações oficiais do site CarsDrive, os funcionários posaram ao lado da última unidade produzida, de número 549.948. Com a apresentação do Renault Kwid prevista para o Salão do Automóvel de São Paulo de 2016, o Clio já não tinha pique de vendas para se manter no portfólio e foi substituído pelo novo hatch. Enquanto a Europa já conhece a quarta geração, o Clio brasileiro ainda resiste na segunda. Vendido por aqui desde 1998, foi destaque ao oferecer na época o duplo airbag de série em todas as versões. Modelo que já chegou a ter até motor 1.6 e bom pacote de equipamentos, só é vendido com o 1.0 de 4-cilindros e 16 válvulas com itens básicos, como ar-condicionado e direção hidráulica. Modelo da segunda geração, o compacto europeu chegou ao Brasil em 1999, sendo feito junto com a minivan Scénic, estão assim em sintonia com a Europa. O airbag duplo de série chamava a atenção na época. Aqui, o Clio teve motores 1.0 8V, 1.0 16V, 1.6 8V e 1.6 16V. O primeiro facelift ocorreu em 2003, quando ganhou o visual europeu e assim pôde reforçar sua posição diante dos rivais nacionais. Ganhou uma versão sedã inédita e teve versões com duas ou quatro portas. Com o passar dos anos, o Renault Clio foi perdendo versões e equipamentos até ser quase que completamente limpo no facelift promovido em 2012, onde a marca francesa apostou na personalização e no baixo consumo para vender o modelo, já bem desatualizado.

Fiat Siena EL
O sedã popular da marca italiana deixa de ser produzido em Betim (MG) depois de 19 anos de produção. Na verdade, segundo o site Autos Segredos, a Fiat não produz mais o Siena EL desde Março, mas a Fiat passou a não aceitar mais pedidos para o sedã nos últimos dias. Consultada, a marca italiana confirmou o fim de linha do Siena EL. No site da marca ele ainda continua sendo oferecido e as últimas unidades do estoque devem ser liquidadas até o final desse ano. O Siena EL nada mais é que a primeira geração do sedã apresentada em 1997 e depois de vários face-lifts e upgrades, chegou ao modelo que era vendido até então. Desde a apresentação da segunda geração do Siena em 2012 que o modelo de acesso começou a perder espaço e nos último mês não passava das 1.000 unidades comercializadas. Segundo a Fiat, o Siena EL representava 30% das vendas do sedã. O EL era vendido com preços que ficavam entre R$36.800 a R$39.610 com motores 1.0 e 1.4 8v Fire Flex respectivamente. Ao longo de seus 19 anos de produção, o Siena teve quatorze versões, seis opções de motor e três de câmbio. No site da Fiat, o histórico de produção do modelo está atualizado somente até 2013. De 1997 até 2013, o Siena teve 1.051.082 unidades vendidas e 831.876 unidades produzidas no Brasil. Vale ressaltar, que durante alguns anos o modelo também foi produzido na Argentina.


Peugeot RCZ
A Peugeot retira de linha mais um de seus automóveis importados no mercado brasileiro. Depois do 308CC ser retirado de linha em 2015, chega a vez do RCZ deixar de ser oferecido no mercado brasileiro. O coupé de linhas musculosas nunca foi um sucesso de mercado e estava no line-up da Peugeot como um carro de imagem, para refinar a imagem da marca do leão. Lançado em 2010 no Brasil, o RCZ recebeu sua última atualização em 2013 quando recebeu algumas novidades no visual como novos faróis, grade, para-choque dianteiro e traseiros, rodas e capô. Bem equipado, o RCZ conta com: novo kit multimídia WIP NAV, com GPS integrado ao painel de tela multifunções de 7 polegadas rebatível eletricamente, em cores e de alta resolução. Conta também com WIP Sound (rádio CD player com leitor de MP3), WIP Plug (conexão USB / iPod + entrada auxiliar), WIP Bluetooth (kit mãos livres),  comando de rádio na coluna de direção e sistema de som de alta fidelidade Hi-Fi JBL, com amplificador de 240W e seis alto-falantes, entre outros. O motor era o competente 1.6 THP de 165cv de potência com torque de 24,5kgfm, acoplado a um câmbio automático de 6 velocidades. O preço era de R$155.090 e algumas unidades ainda restam em estoque.

BMW Z4
Em anúncio realizado recentemente, a própria BMW confirmou o encerramento da produção de seu roadster ainda em 2016, mas soube-se que será neste próximo mês de Agosto. Com sete anos e meio de mercado, o Z4 já está longenvo no mercado e ganhou um face-lift tão discreto que não ajudou muito no rejuvenescimento de suas linhas. A notícia pegou em cheio os fãs da marca e do esportivo alemão. Piorou ainda mais para eles quando a BMW disse que ainda não haverá um substituto imediato. O novo membro da família "Z" da BMW deve ser lançado em meados de 2018 e será o Z5. Este por sua vez deve ser maior, mais potente e mais caro. Ele surge em parceria com a Toyota e seu projeto é tocado há 2 ou 3 anos. Pelo lado da Toyota deve gerar a nova geração do Supra. Detalhes mecânicos ainda são pouco conhecidos, mas há grandes chances de as marcas apostarem em conjuntos híbridos. O lançamento do dois carros deve acontecer por volta de 2018. Com 14 anos de carreira, o Z4 teve duas gerações e colecionou uma legião de fãs por todo o mundo. Com sua saída de linha, seu principal rival, o Mercedes-Benz SLC, deve seguir sem nenhum rival e livre da concorrência da BMW.

Aston Martin DB9
A Aston Martin deu adeus para o DB9. O superesportivo britânico deixou de ser produzido depois de 13 anos no mercado. A empresa do Reino Unido disse que a Aston produziu na semana passada a última unidade do DB9 na fábrica de Gaydon. As últimas nove unidades do DB9 foram concluídos pelo departamento de personalização Q da fabricante. “Adeus a um ícone. Agora, os últimos nove Aston Martin DB9 estão prontos para a inspeção final”, disse a Aston Martin na divulgação das imagens dos nove exemplares em suas redes sociais. O DB9 foi desenhado pelo designer Henrik Fisker e tinha plataforma de alumínio, a mesma usada por Vanquish e Rapide. O motor era o 6.0 V12 que desenvolve 517cv de potência com um torque de 63,2kgfm, acoplado a um câmbio automático de 6 velocidades e com tração traseira. Com esse conjunto o DB9 acelera de 0 a 100km/h em 4,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 295km/h. O substituto natural do DB9 será o DB11, apresentado no Salão do Automóvel de Genebra deste ano. O motor do substituto é um 5.2 V12 biturbo que desenvolve 608cv de potência com torque de 71,4kgfm, acoplado a um câmbio automático de 8 velocidades, que acelera de 0 a 100km/h em 3,9 segundos e chega a velocidade máxima de 322km/h.


Honda Civic Si
Lançado em 2014, o Civic Si parece não ter agradado muito os consumidores. Isso porque a marca deixou de importar o coupé esportivo no mercado brasileiro. Com a chegada da nova geração do Civic, o Civic Si deixa de ser oferecido no Brasil e há poucas unidades em estoque. Além disso, não é possível mais importar o coupé no mercado brasileiro. Importado do Canadá, o Si conta com o motor 2.4  de 206cv, acoplado ao câmbio manual de seis marchas, que funciona com tração dianteira, com torque que subiu de 19,2 mkgf do antigo Civic Si para 24mkgf a 4.400 rpm. Segundo a Honda, o Si vai de 0 à 100km/h em 8,1 segundos e atinge a velocidade máxima de 250km/h. O novo Si conta com novidades como a suspensão que consegue aliar boa estabilidade com mais conforto, como faz parte do gosto dos americanos e é composta por uma barra estabilizadora 2 milímetros mais larga que as demais versões do Civic e molas com espirais de 21mm. Entre os itens de série, o Honda Civic Si conta com com seis airbags, controles eletrônicos, sistema multimídia, entradas auxiliares e HDMI e câmera com ré com três ângulos de visão, rodas de aro 18" polegadas diamantadas e a central de entretenimento multimídia que possui tela sensível ao toque (touch screen), interface intuitiva e com som bem refinado. Saudosistas esperavam ansiosos a volta do Civic Si ao mercado brasileiro para combater com o Volkswagen Golf GTI, o maior rival na antiga geração, quando ainda era um sedã. Mas o preço quando comparado ao VW e o motor parecem não ter agradado o consumidor e é raro ver um Civic Si rodando nas ruas. Para piorar, o Honda recebeu competitividade do Subaru WRX, lançado esse ano que conta com mais potência, porém é mais caro. Algumas unidades podem ser encontradas com R$124.900.

MINI Paceman
Tentativa da MINI de roubar clientes do Land Rover Range Rover Evoque Coupé, o Paceman não conseguiu sequer ter o mesmo desempenho comercial que o Countryman obteve. Produzido em Graz, na Áustria, ele deve abrir espaço para a nova geração do BMW Série 5, a ser produzida por lá em 2017. Além disso a marca confirma que diferente do Countryman, o Paceman não deve receber uma segunda geração. Lançado em 2012, o utilitário era uma grande aposta da marca. Afinal, um SUV com pegada esportiva e estilo cupê como Evoque Coupé, não deveria dar errado. No entanto, o Paceman não transmitia a mesma sensação do concorrente e mais parecia um hatch de porte médio do que verdadeiramente um SUV, onde até mesmo chegou a ser comparado com um Cooper anabolizado. No Brasil ele foi lançado em 2013 com preço inicial de R$139.950 e era oferecido em duas versões: a S e a S ALL4, de tração integral, que custava R$149.950. O seu motor era o 1.6 Turbo que desenvolvia 184cv de potência e torque de 24,5kgfm, sempre acoplado a um câmbio automático sequencial de 6 velocidades. Entre os itens de série era equipado com rodas aro 17 com pneus 205/55, freios ABS, controle de estabilidade, seis airbags, faróis de xênon e bluetooth, ar-condicionado digital, teto solar panorâmico com acionamento elétrico, som de alta fidelidade fabricado pela Harman Kardon, sistema multimídia com GPS, faróis bi-xenon e o sistema de conectividade MINI Connect, que permite parear um iPhone e explorar todas as funções do smartphone, além de oferecer suporte à diversos aplicativos vendidos nas lojas virtuais. Não chegou a emplacar 1.000 unidades nos três anos de mercado.


O adeus ou o até logo da Geely?
A Geely deixou o Brasil. A marca chinesa, dona da Volvo, chegou ao Brasil em Janeiro de 2014 prometendo muitas coisas, entre elas, ser a líder entre as chinesas. Prometeu a chegada de outros automóveis ao país, como o SUV EX7, o câmbio automático CVT do EC7 e o EC7 Hatch, que seriam lançados em 2015 e teriam sido prorrogados para 2016. Com pouco mais de dois anos de atuação no país, a marca se despede dos consumidores brasileiros por conta da alta do dólar e da consequente dificuldade de manter as operações. Soma-se a isso a situação do mercado, que afetou muito o desempenho da marca, que chegou no Brasil no início da crise. Dona da Volvo, a Geely oferecia o sedã EC7 por R$49.990 e o hatch GC2 por R$29.990, ambos bem completos e com design de personalidade. Ambos eram importados do Uruguai, onde eram montados em regime de CDK com peças importadas da China. Ao todo a marca emplacou no país 1.019 unidades, cifra muito aquém da meta inicial que previa a comercialização de 3.500 carros em dois anos. Em entrevista ao site UOL Carros, a Geely do Brasil confirmou a informação e disse que a decisão acontece em acordo com a matriz chinesa. Segundo a empresa, a saída é temporária e foi adotada por conta da dificuldade em se atuar no mercado com a alta do dólar. O grupo garante que "trabalha com prioridade" para retornar o mais breve possível. Segundo a Geely, as atividades da Geely Motors (garantia, serviços, revisões e fornecimentos de peças) estão sendo realizadas no Brasil normalmente e assim seguirão.




Especial Lançamentos 2017 #6: o que esperar da Chevrolet para o Brasil no ano que vem?


A Chevrolet confirmou que deve trazer de quatro a cinco lançamentos para o nosso mercado em 2017. Sem nenhuma dessas novidades sendo mecânicas, acredita-se que a Chevrolet deve aumentar seu lineup. Alguns modelos que já foram vendidos podem voltar ao nosso mercado, como é o caso de Malibu e Sonic, mas nada certo ainda. Mas o certo é que a Chevrolet abriu um buraco com a nova geração de Cruze e Cruze Sport6 em relação a Onix e Prisma e isso chega a R$25.000 de diferença. O único lançamento confirmado para 2017 é o face-lift da Spin, último automóvel da plataforma GSV a mudar. Ele deve ganhar linhas inspiradas na nova identidade visual da marca, que chega ao mercado já no segundo semestre de 2017 como linha 2018. Na dianteira, a Spin deve receber novo capô, para-choque dianteiro e traseiro, faróis mais espichados como os do Cobalt, com grade bi-partida menor, novas lanternas traseiras, novas rodas de liga leve e uma tampa do porta-malas com algumas alterações. Na mecânica, a Spin 2018 deve manter o mesmo 1.8 8v Flex que desenvolve 111/106cv de potência com torque de 17,7/16,8kgfm, com opção de câmbio manual de 6 marchas ou automático de 6 velocidades. No interior, as novidades ficam por conta da mudanças no acabamento, que agora dispõe de materiais de melhor qualidade, especialmente com detalhes em preto brilhante e marrom. Os comandos de ar condicionado foram atualizados. Outra novidades é a nova geração do MyLink, que passa a oferecer Android Auto, do Google, e CarPlay, da Apple, integrados. O modelo "inédito" da Chevrolet para 2017 pode ser o Equinox, substituto do Captiva que pode passa a ser produzido em Rosário, na Argentina. Como a Chevrolet já procura um substituto para o Captiva já há algum tempo e o Equinox usando a mesma plataforma e mecânica do Cruze, isso acaba por finalizar um mistério. Vale destacar ainda que a Chevrolet confirmou que 2017 deve lançar de quatro a cinco novidades, sendo uma delas inédita, o que reforça a tese.


O Equinox deve ser o terceiro modelo do projeto Fênix. Nessa nova geração ele tem como missão chegar a novos mercados e regiões, como a América do Sul, porque não? O design não nega ser inspirado nas novas gerações de Cruze e Malibu, que também conta com motores Turbo, aderindo ao downsizing. Baseado na plataforma Delta (a mesma que serve ao Cruze), o Equinox 2018 foi projetado a partir do zero. Aqui ela pode ser vendida com motor 1.4 16v Ecotec Flex que desenvolve 153/150cv de potência com câmbio automático de 6 velocidades e tração 4x2, além de um motor 2.0 Turbo que entrega 255cv e 35,6kgfm, mas este já canibalizaria os preços da TrailBlazer. Outra possibilidade seria a volta da linha Sonic, até porque desde que saiu de linha em 2014, poderia voltar ao nosso mercado. Ele recentemente passou por um face-lift de meia-vida. Entre as novidades, o Sonic traz os novos para-choques, faróis com LEDs diurnos, capô redesenhado e grade frontal mais discreta. Um visual que fica mais alinhado a nova identidade da GM. Na traseira, as lanternas também foram substituídas por novas unidades, de aparência mais moderna e com formato retangular. O para-choque ficou mais robusto e o modelo ainda ganhou 4 novas opções de cores. Imagens do interior não foram reveladas, mas deve ser idêntico ao do novo Tracker, que traz cluster completamente novo e um velocímetro analógico, além de novos itens de conforto e conveniência, como sistema multimídia com tela de 7″, Apple CarPlay e Android e wi-fi. Também serão oferecidos banco do motorista com ajuste elétrico e volante aquecido, entre outros itens. Por aqui seria o mesmo 1.6 16v Ecotec Flex que desenvolve 120/116cv de potência, possivelmente sempre com câmbio automático de 6 velocidades. Assim, o Sonic quebrava esse hiato do Onix para o Cruze Sport6 e do Prisma para o Cruze com preços entre R$60.000 a R$85.000. Prometido para 2017, a nova geração do Malibu enfim teria cacife para enfrentar o Ford Fusion. Por aqui ele seria vendido nas versões LTZ e a Premier.


No país será oferecido o motor 1.5 Ecotec Turbo que desenvolve 160cv de potência e 2.0 16v Hybrid que desenvolve 182cv, que junto a um motor elétrico entrega 250cv, com torque de 35,7kgfm. O câmbio automático será sempre de 8 velocidades. Na nova geração, além de um desenho bem mais harmônico do que aquele que era vendido no Brasil, a nova geração também é um grande avanço em novas tecnologias, como o MyLink com espelhamento de smartphones, 10 airbags de série e itens opcionais como controle de cruzeiro ativo, assistente de mudança de faixa e alerta de colisão com freio autônomo em baixas velocidades. Por aqui, seu preço ficaria na casa dos R$140.000 e em 2016 o sedã já estava homologado para ser vendido no Brasil. O impasse para ele ter sido vendido aqui este ano seria a instabilidade do Dólar. Outro que pode pintar no Brasil aqui em 2017 é o Bolt EV. Apresentado em Janeiro, o Bolt é o elétrico mais acessível da Chevrolet e se destaca por sua grande autonomia e tecnologia a um preço relativamente acessível. O Bolt é um hatch que possui jeito de monovolume compacto. O Bolt deve ser a porta de entrada da Chevrolet para o segmento de elétricos, ficando mais em conta que o Volt. Seu design é moderno e chama atenção por suas linhas simpáticas. O novo Chevrolet Bolt EV é equipado com um motor elétrico, que consegue entregar 150kW, o equivalente a 202cv de potência, e 36,7kgfm de torque. Segundo dados da montadora, o automóvel consegue acelerar de 0 a 100km/h em menos de 7 segundos e tem velocidade máxima de 146km/h. A EPA nos EUA homologou o Chevrolet Bolt para 238 milhas de alcance com suas baterias de lítio de 60kWh. Isso significa uma autonomia de 382km, bem superior aos 322km declarados pela GM no lançamento do monovolume, que parte de US$37.500. Caso venha a ser lançado no Brasil em 2017, o Bolt EV deve ser lançado na faixa dos R$160.000, para competir com Ford Fusion e Toyota Prius, ambos híbridos. Segundo Carlos Zarlenga, presidente da Chevrolet do Brasil, disse que o lançamento deve ocorrer em 2017.


Toyota deve lançar Vios entre o final de 2017 e o início de 2018 no Brasil para brigar com Honda City


Com um buraco entre o Etios Sedan e o Corolla ainda maior depois do reajuste de preço do sedã médio, a chegada do Vios fica ainda mais evidente depois de um flagrante do site G1 Auto Esporte. O modelo já roda com pouca camuflagem no país e aqui ele deve ganhar novidades importantes no exterior e no interior para sua faixa de preço e competir com o Honda City. Outrora totalmente descartado para nosso país, o Vios parece que ainda é estudado pela Toyota. A nipônica vê um espaço entre o compacto e o médio, por isso o Vios tem chances de vir ao Brasil. Com um hiato de R$17.000 entre o Etios Sedan e o Corolla, a Toyota deve aproveitar a deixa para lançar uma versão específica do Vios no Brasil até o final de 2017. Ele deve ser nacional, mas ainda não se sabe se deve ser produzido em Sorocaba (SP) ou Indaiatuba (SP). A versão MercoSul do Vios deve contar com novos faróis e luzes diurnas de LEDs, além de uma nova traseira, com lanternas horizontais. A ideia é deixar o Vios com ares mais sofisticados do que um simples sedã compacto premium focado para mercados emergentes. Ao que tudo indica, a fábrica de Sorocaba (SP) deve ganhar a novidade, de onde hoje é produzido Etios Hatch e Etios Sedan. Na mecânica, espere pelo novo motor 1.5 16v VVT-i Flex que desenvolve 107/102cv de potência com torque de 14,7/14,3kgfm, acoplado a um câmbio manual de 6 marchas ou automático CVT. Com 4,41m de comprimento, entre-eixos de 2,55m e um porta-malas de 460 litros, o Vios é um sedan com bom espaço interno. No Brasil, seu grande concorrente deve ser Honda City e Ford New Fiesta Sedan. Chute preços entre R$62.000 a R$85.000.


Volkswagen Amarok V6 deve ter preços entre R$160.000 a R$185.000 e chega no 2º semestre de 2017


A Volkswagen bem que poderia ter lançado a motorização V6 para a Amarok no seu face-lift, em Novembro. Mas não deu tempo. Com lançamento esperado para o segundo semestre de 2017, o motor 3.0 V6 TDI deve fazer da Amarok a picape média mais potente do segmento. Produzida na Argentina, a Amarok V6 vai passar pela fase de aprovação pela matriz, para logo após ser lançada. A Volkswagen não quer correr o mesmo risco com o 2.0 TDI. Aqui, o V6 deve chegar na versão mais potente, com 224cv de potência e torque de 56,1kgfm, acoplado ao câmbio automático de 8 velocidades e a tração integral 4MOTION. Com esse conjunto ela deve acelerar de 0 a 100km/h em 7,9 segundos e chegar a velocidade máxima de 193km/h. Os preços devem ficar de 5% a 10% mais caros que as versões com motor 2.0 TDI. A Volkswagen deve trazer o motor V6 para as versões Trendline e Highline, com preços entre R$160.000 a R$185.000. A novidade mecânica complementa o face-lift de Novembro. Entre as novidades, a picape ganha faróis repaginados e com projetores bi-xênon com LEDs diurnos, assim como grade atualizada e para-choque redesenhado, com linhas mais retas. As rodas de liga leve foram igualmente revisadas. Na traseira, destaque para as lanternas escurecidas. No interior, a montadora destaca o uso de materiais de melhor qualidade. O desenho do painel muda utilizando mais linhas horizontais que o remetem as outros modelos da marca. O painel de instrumentos também muda um pouco trazendo iluminação vermelha nas versões S e SE e iluminação branca nas demais. As saídas de ar passam a ter formas retangulares e há uma nova faixa horizontal. Comandos do ar-condicionado, disposição da régua central dos controles no painel e um amplo porta-objetos na parte central superior do painel também são novos. A multimídia tem Car Play e Androi Auto, além de MirrorLink.


Prêmio MegaFone 2016: sorteio é realizado e grupos estão prontos para início da disputa no dia 1º


Com sua primeira edição em 2015, a premiação MegaFone no Conexão Automotiva faz com que os internautas elejam os seus canditados como campeões de cada categoria. Iniciando com as categorias de Face-Lift do Ano, Nova Geração do Ano e Novidade do Ano, a premiação passa a contar ainda com a categoria Motor do Ano, sendo essa última toda especial com quatro subcategorias e de fase única, diferentemente das outras três categorias, eliminatórias. As três categorias já presentes na última edição, terão três etapas nos 60 dias de votação. Com um grupo de cinco componentes em cada chave (alguns com mais e outros com menos), passam três para a próxima etapa. Destes três, um de cada grupo passa para a final. Diferente da categoria Motor do Ano, sem eliminatórias e única durante toda a votação. Confira abaixo como fica cada premiação e suas chaves. A votação começa amanhã (1º/01), a partir do 12h e vai até 1º de Março até 12h.


Sorteio - Categorias e Chaves

FACE-LIFT DO ANO

GRUPO 1
- Volvo V40
- Subaru Impreza XV Crosstrek
- Volkswagen Saveiro
- Chevrolet TrailBlazer
- Volkswagen Gol

GRUPO 2
- Suzuki SX4 S-Cross
- Mercedes-Benz CLA
- Mercedes-Benz GLS
- Porsche 718 Boxster
- Subaru Forester

GRUPO 3
- Porsche 911
- DS 5
- Nissan Sentra
- Peugeot 208
- Chevrolet S10

GRUPO 4
- Mercedes-Benz Sprinter
- Fiat Uno
- Mercedes-Benz Classe A
- Volkswagen Amarok
- Fiat Grand Siena

GRUPO 5
- BMW Série 3
- Mitsubishi ASX
- Mercedes-Benz SLC
- Ford Ranger
- Chevrolet Tracker

GRUPO 6
- Audi A1 Sportback
- Hyundai SantaFé
- Citroën C4 Picasso
- Mercedes-Benz SL
- Volkswagen Voyage

GRUPO 7
- Chevrolet Onix
- Chevrolet Prisma
- Ford Fusion
- Porsche 718 Cayman

NOVA GERAÇÃO

GRUPO 1
- Chevrolet Cruze
- Mercedes-Benz Classe C Cabriolet
- Kia Sportage
- Audi Q7
- Chevrolet Cruze Sport6

GRUPO 2
- Suzuki Vitara
- Porsche Panamera
- Toyota Prius
- BMW X1
- Lexus RX

GRUPO 3
- Honda Civic
- MINI Cooper Cabrio
- Mitsubishi L200 Triton
- Jeep Compass
- Audi R8

GRUPO 4
- BMW Série 7
- Mercedes-Benz Classe C Coupé
- Ford Edge
- Toyota SW4
- Audi A4

GRUPO 5
- Mercedes-Benz GLC
- Audi A4 Avant
- Hyundai Elantra
- Mercedes-Benz Classe E
- Chevrolet Camaro
- Hyundai Tucson

NOVIDADE DO ANO

GRUPO 1
- Mercedes-Benz GLC Coupé
- JAC T5
- Maserati Levante
- Jaguar F-Pace
- Fiat Mobi

GRUPO 2
- Mercedes-Benz GLE Coupé
- Nissan Kicks
- Fiat Toro
- Nissan GT-R
- Hyundai Creta

MOTOR DO ANO

1.0 a 1.9 aspirados
- 1.2 PureTech (Peugeot)
- 1.3 16v (Toyota)
- 1.5 16v (Toyota)
- 1.0 6v FireFly (Fiat)
- 1.3 16v FireFly (Fiat)
- 1.0 12v SCe (Renault)
- 1.0 16v SCe (Renault)

1.0 a 1.9 Turbo
- 1.0 12v Turbo (Hyundai)
- 1.4 16v Ecotec (Chevrolet)
- 1.0 12v EcoBoost (Ford)
- 1.5 16v Turbo (Honda)
- 1.4 16v BoosterJET (Suzuki)
- 1.6 Turbo (Hyundai)

Acima de 2.0 aspirados
- 4.0 V6 (Toyota)
- 3.5 V6 (Lexus)
- 2.0 16v (Jeep)
- 6.2 V8 (Chevrolet)
- 2.4 16v (Fiat)

Acima de 2.0 Turbo
- 3.0 V6 TFSI (Audi)
- 3.0 V6 (Mercedes-Benz)
- 2.0 eDrive (Volvo)
- 2.5 TFSI (Audi)
- 2.0 Turbo Diesel (Jaguar)
- 2.0 Turbo (Porsche)
- 2.5 Turbo (Porsche)
- 2.4 Turbo Diesel (Mitsubishi)
- 2.4 Turbo Diesel (Volvo)
- 3.0 V6 Hybrid (Porsche)
- 2.9 V6 biturbo (Porsche)
- 4.0 V8 (Porsche)
- 3.0 V6 (Maserati)

Lançada há cerca de um mês, Chevrolet Cruze Sport6 tem preços reajustados em até R$3.300


Depois de um mês de seu lançamento, a Chevrolet está reajustando os preços do Cruze Sport6 no nosso mercado. O hatch médio estreou sua segunda geração com os mesmos avanços do sedã e acaba de ficar entre R$1.300 a R$3.300 mais caro. Conforme o site da marca apresenta, a versão de entrada passou a custar R$91.790, um aumento de R$1.800 sobre o preço de R$89.990. Seguinda a mesma tendência, a versão LTZ ficou R$1.300 mais cara e agora parte de R$103.290 ante os R$101.990 cobrados anteriormente. Já a LTZ+ passou de R$109.790 para R$113.090, um aumento de R$3.300. O motor é o conhecido 1.4 16v Ecotec Turbo Flex que desenvolve 153/150cv de potência com torque de 24,5/24,0kgfm, disponível logo nos 2.000rpm. Como o sedã, o Cruze Sport6 é dotado de sistema start-stop, que liga e religa o motor automaticamente em paradas breves, como em congestionamentos e semáforos. De série conta com airbags frontais e laterais, alarme, controle de tração, controle de estabilidade (ESP), luz de condução diurna, faróis de neblina, interior preto, sensor de estacionamento traseiro, monitoramento da pressão dos pneus, ar-condicionado automático, computador de bordo com três modos, assistente de partida em rampa, volante multifuncional com ajuste de altura e profundidade, sistema start-stop, painel soft-touch, navegação por setas no painel com comando de voz, piloto automático, sistema de concierge OnStar, central multimídia MyLink com tela sensível ao toque de 7" polegadas com Apple CarPlay e Android Auto, câmera de ré e rodas de liga leve de 17" polegadas.


Tabela de Preços

  • Chevrolet Cruze Sport LT 1.4 AT6 - R$91.790
  • Chevrolet Cruze Sport6 LTZ 1.4 AT6 - R$103.290
  • Chevrolet Cruze Sport6 LTZ+ 1.4 AT6 - R$113.090

Nissan passa a importar March e Versa produzidos em Resende (RJ) para a Argentina, substituindo o mexicano


A Nissan iniciou neste última semana o início da importação dos nossos March e Versa, produzidos em Resende (RJ), para a Argentina. Até então importados do México, os modelos chegam ao país vizinho mantendo as mesmas especificações de antes. Tanto o hatch como o sedã são vendidos com motor 1.6 16v a gasolina que desenvolve 107cv de potência, acoplado ao câmbio manual de 5 marchas ou automático de 4 velocidades. O fato mais curioso é que a Nissan Argentina não optou pelo câmbio automático CVT, oferecido para os compactos no Brasil. No país vizinho eles tem preços que começam em 199.000 pesos na versão Active e chegam a 269.900 pesos para a versão Advance Media-Tech AT no caso do March (ficando entre R$41.640 a R$56.300). No Versa, as mesmas versões ficam entre 244.300 pesos a 312.200 pesos (cerca de R$51.200 a R$65.350). A garantia é de três anos ou 100.000km, o que ocorrer primeiro.


Por dívidas, FCA pode vender marcas Alfa Romeo e Maserati e a Magneti Marelli caso SUVs não ajudem


O ano é 2014: a FCA se constituía e a fusão entre Fiat-Chrysler já tinha passado por diversas modificações desde então. Desde o início deste ano, quando a Ferrari começou sua carreira solo com a divisão dos lucros, parece que a FCA corre o risco de vender Alfa Romeo e Maserati. Segundo a revista Forbes, a FCA poderia vender as duas marcas de luxo e a Magneti Marelli, empresa de componentes. O principal motivo seriam as dívidas crescentes dessas marcas, que prejudicam o desempenho financeiro do grupo como um todo. Além disso, entram na conta grandes recalls e pesadas multas de agências reguladoras nos Estados Unidos. Como forma de reverter os automóveis os prejuízos com automóveis menos rentáveis, Sergio Marchionne vem apostando em SUVs em detrimento dos sedãs, como aconteceu com Dodge Dart e Chrysler 200. Mas isso pode não ser suficiente. Vale destacar que tanto a Alfa Romeo como a Maserati apresentaram há pouco tempo os seus SUVs, Stelvio e Levante, que podem auxiliar e muito o grupo a sanar as dívidas. Considerando a sucesso desse tipo de veículo no mercado atual, seria bom considerar se a FCA realmente apostaria nesse caminho, a ponto de vender essas tradicionais marcas de luxo. Já a Magneti Marelli, uma gigante que fornece componentes eletrônicos para diversas fabricantes, com faturamento bilionário, esta sim poderia ser vendida para ajudar na recuperação financeira do grupo FCA. A conferir...


Volkswagen chega a marca de 1 milhão de módulos de suspensão e Front End produzido em São José dos Pinhais


A fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) está atingindo o marco de 1.000.000 de unidades produzidas do módulo de suspensão e Front End fabricados desde o início da produção em Fevereiro de 2015. A área de Eixos é responsável pelo abastecimento dos módulos para três unidades da Volkswagen - São José dos Pinhais (PR), São Bernardo do Campo (SP) e Pacheco, na Argentina. Para São José dos Pinhais, a produção é voltada aos modelos da família Fox (Fox, Cross Fox). Para a fábrica em São Bernardo do Campo, a produção é focada na solda, pintura, usinagem e montagem dos módulos do eixo traseiro da Saveiro. A fábrica ainda é responsável por produzir sete tipos de módulos de suspensão, entre eles: eixo traseiro da Saveiro, eixo traseiro dos modelos da família Fox, quadro auxiliar, pé de mola direito, pé de mola esquerdo, mancal direto e mancal esquerdo. Além desses módulos de suspensão, a área também produz o módulo Front End. O Front End é o módulo em que são montados o radiador, o condensador, os faróis dianteiros e o ventilador do veículo. “Em pouco tempo, a área de produção de módulos de suspensão e Front End já alcançou conquistas importantes, com o marco de 1 milhão de unidades produzidas e a exportação de peças à Argentina, que são resultados da evolução constante em termos de qualidade e produtividade em nossas operações”, afirmou o plant manager da fábrica do Paraná, Luis Fernando Pinedo. Recentemente a área passou por um intenso processo de treinamento e melhorias na infraestrutura, o que resultou na sistematização dos processos com foco na qualidade e na produtividade. Só este ano, cerca de 21.000 peças foram exportadas para a Argentina.


Kia testa a versão esportiva do Rio, a GT, que deve ser lançada em 2017 com cerca de 200cv


A Kia já testa a versão esportiva do Rio Hatch, que deve ser lançado em algum momento de 2017. A versão GT do hatch deve fazer sua estreia na quarta geração do compacto que foi flagrado em testes recentemente. Mesmo rodando sobre pesada camuflagem, o Rio GT conta com uma frente mais agressiva do que a de outras unidades de testes vistas em oportunidades anteriores. Outros indicadores que apontam nesse sentido são as luzes diurnas por LED e as lanternas traseiras também por LED. Na mecânica, espere por um motor 1.6 16v GDi Turbo com injeção direta de combustível a gasolina, que deve desenvolver cerca de 200cv, pronto para concorrer com Ford Fiesta ST e Volkswagen Polo GTI. A versão GT pode ainda servir para a Kia introduzir de vez a série GT Line, nesse caso, com motorizações mais acessíveis, tanto a gasolina como a diesel.



Volvo deve ser a primeira a oferecer Skype nas centrais multimídias para uma conferência de voz


A Volvo deve se tornar a primeira marca a trazer conectividade com o Skype nas suas centrais multimídias. Resultado de uma colaboração da Microsoft, a Volvo anunciou o lançamento do Skype for Business para S90, V90 e XC90. Trata-se da primeira fabricante a trazer o aplicativo em seus carros. Usado por milhões de pessoas no mundo, o Skype for Business permitirá aos ocupantes, por exemplo, participarem de uma conferência de voz. A marca não oferece videoconferência para evitar distrações ao volante -, com informações exibidas na tela multimídia e até mesmo gravar mensagens de voz. Para lançar o aplicativo nas suas centrais multimídias, a Volvo entrou em parceria com a Microsoft e a Ericsson, a tradicional fabricante sueca ainda prepara novidades para um futuro próximo, como o Cortana, um sistema de inteligência artificial da Microsoft com reconhecimento de voz avançado, semelhante ao Siri da Apple. A marca revela mais detalhes no vídeo abaixo.


Vídeo



Porsche apresenta o Panamera Executive Turbo, uma limousine com motorização picante


Após um mês após sua apresentação no Salão do Automóvel de Los Angeles, a Porsche está apresentando a versão Turbo do Panamera Executive, que já está sendo oferecido em alguns mercados, como o norte-americano. O modelo tem preço inicial de US$161.050 e pode alcançar os US$236.500 com todos os itens de série. Agora a marca apresenta a versão Turbo, que se destaca pela carroceria pintada na cor vermelho Carmine, rodas SportDesign de 21 polegadas e faróis e lanternas escurecidos. No interior, destaque para os bancos revestidos em couro preto, detalhes de acabamento no painel, no console central e nas portas em vermelho, chave com acabamento diferenciado, relógio analógico central com novo grafismo, soleiras de porta diferenciadas e novos tapetes, além de sistema de entretenimento traseiro com duas telas de 10,1 polegadas posicionadas nos encostos dos bancos da frente e duas mesas dobráveis, ambos opcionais. O motor é o 4.0 V8 biturbo que desenvolve 550cv de potência com torque de 78,5kgfm, acoplado ao câmbio automático de 8 velocidades e tração nas quatro rodas.




Segundo documento, Chevrolet deve lançar Corvette com motor 6.2 V8 central LT5 em 2017


A Chevrolet está prestes a apresentar um Corvette com motor 6.2 V8 de acordo um documento do departamento de serviços da General Motors. O arquivo traz informações sobre os códigos internos que serão usados pelos carros de modelo 2018 e um deles se destaca pelo "motores para carros de passageiros GMNA", onde por último aparece um "ENGINE GAS 8 CYL, 6.2L, SIDI, DOHC, VVT, ALUM, GM". Ele tinha o código “Y”, o que significa, no vocabulário interno da GM, que ele será usado exclusivamente no Corvette. Outra parte do documento revelou que o motor tem o código interno “LT5”. Isso não é uma grande surpresa, levando em conta que há alguns meses a GM registrou a marca LT5 no Escritório de Patentes dos Estados Unidos. A dúvida é se o Corvette usará esse motor V8. A versão topo de linha da atual geração C7, o ZR1, ou o novo C8, que pode ter motor central, como Zora Arkus-Duntov, considerado o pai do esportivo americano, queria desde o início. As fotos de segredo acima confirmam que a GM trabalha nisso. O motor com comando no cabeçote facilitaria a manutenção. O Corvette tradicionalmente usa unidades V8 com comando por varetas. A única exceção foi o Corvette C4 ZR1 de 1990, equipado com um V8 5.7 com duplo comando no cabeçote. Seu nome? LT5! Não descarte ainda a possibilidade do motor LT5 ser usado no ZR1 e no C7. Possivelmente eles podem ter vidas paralelas, com o Corvette tradicional e o Corvette com motor central, este mais caro. Se o novo LT5 achar seu lugar no cofre dos atuais C7, significa que ele terá mais potência que os atuais 650cv do V8 6.2 Supercharger LT4 do Z06. Há boatos de que o ZR1 terá mais de 700cv. Ainda não se sabe quando este Corvette deve estrear, mas possivelmente ocorre em 2017.


Fonte: TheDrive

sexta-feira, dezembro 30, 2016

Hyundai Creta Sport Truck Concept deve ser lançada em 2018, durante o Salão do Automóvel de São Paulo


A Hyundai parece que deve apresentar em menos de dois anos a versão de produção do Creta Sport Truck Concept apresentada na última edição do Salão do Automóvel de São Paulo. A picape faz parte do investimento da sul-coreana em comerciais leves no mundo todo, que ainda deve dar origem a picape Santa Cruz Concept em meados de 2019. A Creta Sport Truck Concept deve ser lançada no Brasil em 2018, após um anúncio de investimento na fábrica de Piracicaba (SP), que deve aumentar a produção para 230.000 unidades por ano, contra as 180.000 unidades com HB20, HB20S e Creta. Em um segmento inaugurado por Renault Oroch e Fiat Toro, a Hyundai Creta STC deve ser apresentada e lançada no Salão do Automóvel de São Paulo de 2018, com outro nome. Desde o conceito, a filial brasileira deu pitacos do design e o desenvolvimento foi compartilhado entre as fábricas de Piracicaba (SP) e Seul, na Coréia do Sul. A plataforma deve ser a mesma de Creta e Elantra, mas com ajustes para fazer a picape mais forte. No Brasil, a picape deve usar o motor 2.0 16v Flex que desenvolve 167/158cv de potência com câmbio manual ou automático de 6 velocidades, com opção de tração integral e ainda uma inédita opção de motor Turbo Diesel. Há chances ainda dela receber uma opção Cabine Simples com motor 1.6 Flex e tração sempre 4x2. Em relação ao Creta, a picape deve ser mais larga e terá traços mais agressivos em relação ao SUV. O conceito conta com 4,65 metros de comprimento, 1,85 metro de largura e 2,80 metros de entre-eixos (bem maior que os 4,27 metros, 1,78 metro e 2,59 metros respectivamente do Creta), mas manteve a mesma altura de 1,63 metro. O que é curioso diante de seu vão-livre de 27 cm, contra 19 cm do modelo do qual deriva. A caçamba, de todo modo, teve todas as suas medidas divulgadas. Tem 1,30m de comprimento, 1,29m de largura e uma altura de 51cm, que resultam em um volume de carga de 850 litros. Só faltou a capacidade de carga em quilogramas, mas, para um carro de construção monobloco, como a Creta STC, ela não deve ser nada extraordinário. Preços devem ficar entre R$80.000 a R$120.000.