quinta-feira, abril 20, 2017

Substituto do Palio Fire, Fiat Mobi comemora um ano de mercado e patinando nas vendas


A Fiat fez de tudo para salvar o Mobi no mercado brasileiro. Baixou o preço, eliminou versões que competiam entre si, trouxe um novo motor, uma nova opção de câmbio, conectividade com celular. E nada do Mobi vender o que a Fiat esperava vender no seu lançamento. A média era vender cerca de 7.000 unidades por mês, mas sequer 5.000 unidades ele bateu em um mês de vendas. É quase o mesmo caso do Volkswagen up!, seu principal rival (só que a VW queria 12.000 unidades por mês, mas chegou a 6.500). O hatch deve cumprir a missão de ser o mais em conta dos Fiat, uma vez que deverá substituir o Uno Vivace e o Palio Fire, que só sai de linha dependendo do sucesso do lançamento italiano. Projeto brasileiro, o Mobi é um filho do Uno e do Palio, por trazer a plataforma compartilhada entre ambos, mas com melhorias na sua construção e na plataforma, que deve melhorar seu desempenho no LatinNCAP. A Fiat pecou apenas no preço, que deixa o Mobi na mesma faixa de preço do Volkswagen up!, mais moderno e com construção muito bem elogiada. E ele é pequeno: 23 cm a menos que o Uno. Na traseira, o charme fica por conta da tampa traseira totalmente de vidro, solução do up! europeu que a VW preferiu não bancar por aqui. Por dentro, a Fiat teve o cuidado de não deixar nada da lateria aparente, além de caprichar na qualidade e textura dos plásticos. O hatch conta com o conhecido motor 1.0 8v Fire Flex que desenvolve 75/73cv de potência com torque de 9,9/9,5kgfm, acoplado a um câmbio manual de 5 marchas. Por ser 60kg mais leve que o Uno, o Mobi deve ter desempenho e consumo melhor que o irmão. O motor também pode ser o 1.0 6v Firefly Flex que desenvolve 77/72cv de potência com torque de 10,9/10,4kgfm, acoplado ao câmbio manual de 5 marchas ou automatizado Dualogic Plus de 5 velocidades.


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